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                                                                     MULHERES X AIDS

 

Até na condição de portadora do vírus HIV a mulher está em desvantagem em relação ao homem. É o que revela uma pesquisa de comportamento da Universidade Estadual Paulista (UNESP). O sexo feminino, além de sofrer mais preconceitos, enfrenta maior dificuldade para lidar com a doença por causa da sua condição sócio-econômica e pela falta de informação. 

 

O comportamento da família e do companheiro diante da revelação do diagnóstico é um exemplo dos obstáculos que a mulher enfrenta quando o mal é constatado, sendo rejeitada pela família e deixada pelo companheiro. O desamparo da mulher é agravado pela dependência econômica e pelo baixo nível de escolaridade. A maioria é dona de casa e só cursaram algumas série do 1º grau.

 

   Na hora de cuidar da saúde, a mulher está menos preparada do que o homem, pois não  faz quase nada para controlar a evolução da doença. Neste aspecto os homens são os que mais usam medicamentos, preocupam-se com o equilíbrio emocional, mudam seus hábitos e querem melhorar sua condição física. Até na procura por tratamentos alternativos, eles têm mais iniciativa.

Esse comportamento passivo da mulher pode representar uma tentativa de negar o problema, fato que pode ser agravado pela imaturidade.   O fato é que a grande maioria das mulheres ainda não faz quase nada para evitar a transmissão da doença, constatando-se o aumento da proporção de mulheres infectadas no Brasil, em virtude do alto grau de desinformação.  

 

Entre as medidas adotadas para evitar o contágio da doença, a camisinha é a principal medida de prevenção. Poucos lembraram que não doar sangue ou órgão também é um meio de evitar a transmissão da AIDS. 

 

A mulher fica assim em clara desvantagem em relação aos homens. E como se não bastasse o preconceito, o abismo sócio-econômico e a falta de informação, o sexo feminino também não pode contar com a honestidade do parceiro, que não tem a coragem de revelar o diagnóstico à parceira.


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