Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

Informações  e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Jundiaí e Região - SEAAC JUNDIAÍ


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AO PÉ DA ORELHA

TRANFORMANDO O MUNDO

 

“Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.

  

Se existe amor, há também esperança de existirem verdadeiras famílias, verdadeira fraternidade, verdadeira igualdade e verdadeira paz. Se não há mais amor dentro de você, se você continua a ver os outros como inimigos, não importa o conhecimento ou o nível de instrução que você tenha, não importa o progresso material que alcance, só haverá sofrimento e confusão no cômputo final. O homem vai continuar enganando e subjugando outros homens, mas insultar ou maltratar os outros é algo sem propósito. O fundamento de toda prática solidária é o amor.

 

Determinação, coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Não importa quais sejam os obstáculos e as dificuldades. Se estamos possuídos de uma inabalável determinação, conseguiremos superá-los. Independentemente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho.

 

Seria muito mais produtivo se as pessoas procurassem compreender seus pretensos inimigos. Aprender a perdoar é muito mais proveitoso do que simplesmente tomar de uma pedra e arremessá-la contra o objeto de sua ira. Quanto maior a provocação, maior a vantagem do perdão. É quando padecemos os piores infortúnios que surgem as grandes oportunidades de se fazer o bem a si e aos outros.

  

A agressão é uma tendência que faz parte do nosso íntimo. Por isso, temos de lutar contra nós mesmos. Homens criados em ambientes rigorosamente não-violentos acabaram se transformando nos mais horríveis carniceiros. O que prova que a semente da mais insana agressividade mora nas profundezas de cada um de nós. Mas nossa verdadeira natureza é de modo geral pacífica. Todos nós conhecemos as agitações da alma humana, que está sujeita a imprevistos assustadores. Mas essa não é a sua força dominante. É possível e é necessário dominar a agressividade.

  

O que mais nos incomoda é ver nossos sonhos frustrados. Mas permanecer no desânimo não ajuda em nada para a concretização desses sonhos. Se ficamos assim, nem vamos em busca dos nossos sonhos, nem recuperamos o bom humos! Este estado de confusão, propício ao crescimento da ira, é muito perigoso. Temos de nos esforçar e não permitir que a nossa serenidade seja perturbada. Quer estejamos vivenciando um grande sofrimento ou já o tenhamos experimentado, não há razão para alimentarmos o sentimento de infelicidade.

  

A felicidade é um estado de espírito. Se a sua mente ainda estiver num estado de confusão e agitação, os bens materiais não lhe vão proporcionar felicidade. Felicidade significa paz de espírito.

  

É através da arte de escutar que seu espírito se enche de fé e devoção e que você se torna capaz de cultivar a alegria interior e o equilíbrio da mente. A arte de escutar lhe permite alcançar sabedoria, superando toda ignorância. Então, é vantajoso dedicar-se a ela, mesmo que isto lhe custe a vida. A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância. Se você é capaz de manter sua mente constantemente rica através da arte de escutar, não tem o que temer. Este tipo de riqueza jamais lhe será tomado. Essa é a maior das riquezas.

  

Quando estiver praticando a caridade, faça-o com alegria e com um semblante radiante. Devemos praticar a caridade com um sorriso no rosto e otimismo no coração.

  

O aprimoramento da paciência requer a presença de alguém que deliberadamente nos faça mal. Esse tipo de pessoa nos dá a chance de praticarmos a tolerância. A nossa força interior é posta à prova com mais intensidade do que aquela de que o nosso guia espiritual seria capaz. Em essência, o exercício da paciência nos protege da perda da confiança.” (Dalai Lama)

 

Só assim transformaremos o mundo!

 

A Diretoria

 


 

CIDADANIA INFANTO-JUVENIL

 

Ana Carolina, 10 anos, moradora no Cidade Nova I, quer ser veterinária quando crescer. Felipe Gustavo, 10 anos, da Vila Nambi, pretende ser policial. Em comum, além de ambos serem alunos de unidades do Sesi/Jundiaí, uma certeza: dizer não às drogas lhes garantirá um futuro melhor. Os dois alunos e mais 483 outras crianças, das sete unidades do Sesi/Jundiaí, do curso Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e Violência), ministrado pela Polícia Militar (Fonte: Jornal de Jundiaí).

 

O número de usuários de drogas tem aumentado muito nos últimos anos no Brasil. Pesquisa da Unesco aponta que jovens experimentam drogas cada vez mais cedo (9, 10, 11 anos de idade) e que a escola é o lugar mais associado ao seu consumo. O uso indevido de bebidas alcoólicas faz parte da vida de mais da metade dos jovens brasileiros.

 

Nete contexto, a iniciativa do Sesi/PM é muito boa e deveria ser estendida a toda a rede escolar da cidade, pois, querer banir as drogas da sociedade humana é tarefa praticamente impossível... precisamos compreender o fenômeno em sua complexidade, estimulando a juventude a transformar sua realidade, através de ações desenvolvidas e implementadas no cotidiano das escolas públicas do Brasil.

 

E as drogas não são único problema que afetam as crianças e adolescentes. Embora o Brasil seja signatário da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Crianças, a realidade no país é cruel e o desrespeito a esses seres desprotegidos tem sido a tônica de grande parcela da sociedade e do poder público, que ignora as crianças que não votam, não têm voz nem vez. São exploradas, violentadas, abusadas, tratadas como agentes da violência e não vítimas da negligência e deseducação de familiares e administradores públicos.

 

A criança brasileira tem direitos constitucionalmente assegurados, mas, na prática, ainda falta muito para que a cidadania infanto-juvenil seja respeitada. Criança tem direito a proteção integral em razão de sua condição de cidadão  em desenvolvimento e necessita de prioridade no atendimento dos serviços públicos e preferência na formulação e execução das políticas sociais e destinação de recursos públicos.

 

A Diretoria  

 


 

BRASIL NEGRO

 

Os movimentos sociais brasileiros elegeram o dia 20 de novembro, data da morte do herói Zumbi dos Palmares, em 1695, para mostrar o quanto o país continua marcado por diferenças e discriminações raciais. Para muitos o Dia Nacional da Consciência Negra é mais importante que o 13 de maio. Nossa sociedade precisa refletir continuamente sobre a questão do negro no Brasil, lembrando que...

 

"... A discriminação racial viola o direito à igualdade, um dos pilares fundamentais da democracia. E enquanto houver discriminação não será possível falar em sociedade justa, igualitária e fraterna.

 

A Constituição Federal aponta que é dever do Estado assegurar a igualdade de direitos, de oportunidades e de tratamento, sem distinção de qualquer natureza e sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer formas de discriminação, de modo a transformar a democracia formal em democracia de fato.

 

Mas não basta a igualdade de todos perante a lei. É preciso assegurar aos afro-brasileiros condições dignas de vida. A discriminação racial viola o direito à igualdade, um dos pilares fundamentais da democracia.

 

As condições em que os negros exercem sua cidadania precisam ser reconhecidas por todos como anômalas. Nos últimos anos, a luta anti-racista experimentou um crescimento sem precedente, tanto em função do fortalecimento das organizações autônomas, quanto pela multiplicação de entidades em todo o país ou pelas novas formas de articulação e de expressão da militância em vários espaços. “ (Benedita da Silva/PT)...

 

... e que muito há por fazer. As estatísticas oficiais comprovam a situação excludente do negro no Brasil: dados do IPEA mostram, entre outros dados, que os negros são 64% dos pobres e 69% dos indigentes brasileiros; o Brasil branco é 2,5 vezes mais rico que o negro. E as mulheres negras formam a camada mais prejudicada da sociedade.

 

Precisamos arregaçar as mangas e nos mobilizarmos para mudar esta situação lutando por políticas públicas que contribuam para inserção da população negra numa sociedade mais equilibrada e justa.

 

A Diretoria


 

MORADIA: DEVER DO ESTADO

 

A construção de 368 moradias, num convênio entre a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), do governo do Estado e a Prefeitura de Jundiaí, traz esperança e dignidade para os moradores do Jardim Sorocabana, Quinta das Videiras e parques Shangai e Centenário. Dentro do programa Pro-Lar Desfavelamento da CDHU, parte destes moradores será transferida para o Conjunto Habitacional Jundiaí "J", localizado próximo ao Parque Centenário, cuja área já passa por terraplenagem.

 

Sabemos que dentre o conjunto de questões merecedoras de análise no âmbito social destaca-se a moradia como aquela que mais demonstra o quadro de desigualdade que existe entre os habitantes de uma região. A ausência de um processo de planejamento urbano eficaz faz permanecer nas cidades vazios urbanos de diferentes dimensões, associados à especulação imobiliária, a qual quase nunca é combatida. Ao mesmo tempo a formação de espaços segregados seja sob a forma das áreas verticalizadas, seja nos condomínios horizontais fechados comprova a produção do espaço urbano cada vez mais desigual, excludente e fragmentado.

 

Ora, a institucionalização do direito à moradia como direito social precisa ser encarada pelo governo federal, estadual e municipal como o ponto de partida para a implementação de programas de planejamento e financiamento habitacional, que contemplem preferencialmente aos brasileiros com renda familiar igual ou inferior à dois salários mínimos.

 

Para que isso acontece, dentre alguns itens necessários citamos: priorizar o estímulo à construção de moradias, aquecendo a indústria da construção civil; impulsionar o barateamento dos materiais de construção; incentivar ações das prefeituras no sentido de elaborar planos de ação e planos de moradia integrados; concentrar o financiamento da habitação nos Fundos de Moradia (nacional, estaduais e municipais); financiar, prioritariamente, a população com renda familiar de até 2 salários mínimos e as regiões onde o déficit habitacional é maior; mobilizar os governos estaduais, prefeituras, câmaras de vereadores e as entidades da sociedade civil no sentido de valorizar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) como imposto promotor da justiça social e da distribuição de renda nos municípios.

 

A moradia é uma função social do Estado, representando para o cidadão a materialização de um direto básico do ser humano. Ao ter um lar a pessoa passa a ter também acesso a saneamento básico, endereço comprovado etc. O cidadão que tem sua casa tem a individualidade preservada e mais condições de exercer um papel digno na sociedade.

 

A Diretoria


 

INICIATIVA BEM-VINDA

 

O Centro de Línguas do Complexo Argos, projeto da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes abriu inscrições para os cursos gratuitos de Inglês, Francês, Italiano e Espanhol. As inscrições vão até o próximo dia 25/10 e as aulas terão início em fevereiro de 2006. São 1.015 vagas para os cursos ministrados nos períodos da manhã, tarde e noite.

 

Jundiaí, como o restante do país, vive um momento marcado pelas mudanças, naquilo que se convencionou chamar "Sociedade da Informação", na qual o conhecimento é o bem de maior valor. Terá mais chances de realização pessoal e profissional a pessoa autônoma e competente, ativa em relação à aprendizagem, capaz de identificar e solucionar problemas, capaz de estudar e pesquisar continuamente, buscar grandes quantidades de dados em diversas mídias, organizá-los e transformá-los em conhecimento aplicável. Daí a importância do domínio da tecnologia (principalmente a informática) e de uma segunda língua (principalmente o Inglês), como instrumental básico.

 

Caberia à escola dar aos alunos as chaves de decifração do conhecimento, entretanto, como todos sabem, o ensino básico e fundamental no Brasil deixa quase tudo a desejar, uma vez que não é prioridade do governo e as escolas públicas são redutos de crianças e adolescentes das classes menos favorecidas, que não podem pagar por cursos extras. Neste contexto a iniciativa da Secretaria de Educação é muito bem vinda!

 

Os cursos são abertos para todos os munícipes, com idade superior a 14 anos (completos até o dia 9 de dezembro). Após o período de inscrição haverá um sorteio público, com data marcada para o dia 23 de novembro, às 9 horas, no Complexo Argos. Interessados podem acompanhar pessoalmente ou ler a divulgação na Imprensa Oficial do Município. As matrículas serão de 5 a 9 de dezembro e a chamada de lista de espera será divulgada a partir do dia 24 de janeiro.

 

As inscrições, gratuitas, podem ser feitas na avenida Dr. Cavalcanti, 396, Complexo Argos, ou pela internet no www.jundiai.sp.gov.br. O telefone para mais informações é o 4607-3444.(Fonte Jornal de Jundiaí)

 

A Diretoria 


 

DESARMAR PORQUE...

 

"O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no país?" é a pergunta à qual os eleitores terão que responder, no Referendo do dia 23 de outubro de 2005. O voto no plebiscito é obrigatório.

 

A campanha no rádio e na TV que orienta a população para o Referendo começou colocando, de um lado, famosos como as atrizes Maitê Proença e Fernanda Montenegro - que defende o "sim à vida", a favor da proibição - e, de outro, críticos pautados na incapacidade do governo de diminuir a violência e ressaltando o direito à legítima defesa.  O fato é que o plebiscito será uma ocasião histórica para o exercício da soberania popular através do voto.

 

Os brasileiros sabem que as armas de fogo estão matando cada vez mais. A cada 15 minutos, no Brasil, uma pessoa é morta por arma de fogo. Suas principais vítimas são os jovens. Isto é fato.

 

Pesquisa feita pelo Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo aponta que 265.975 pessoas foram mortas por disparos durante a década de 90. Mais de 90% das vítimas de tiros são homens entre 15 e 29 anos, indicando um aumento, no período estudado, de 52%. Em 2003, segundo o Ministério da Saúde do Brasil, 70,8% das mortes por causas externas registradas foram provocadas por ferimentos com arma de fogo. Os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com internações de vítimas de armas de fogo somam milhões. Um volume de recursos financeiros e dedicação dos trabalhadores do SUS que certamente poderiam estar sendo destinados a promover a vida e saúde.

 

Desarmar porque... hoje em dia, as armas pequenas e as leves são as mais usadas na destruição em massa. Milhares de pessoas morrem por causa de armas pequenas usadas em conflitos, crimes e outras formas de violência, além de  suicídios e acidentes.

 

Desarmar porque... o uso de armas de fogo está fora de controle. Estima-se que milhões de armas pequenas estejam em circulação, incluindo revólveres, rifles automáticos, granadas, submetralhadoras e pistolas. Armas pequenas são fáceis de adquirir, seja de forma legal ou ilegal, são fáceis de esconder, de usar e difíceis de controlar. As conseqüências podem ser vistas todos os dias nos jornais e telejornais. Homens, mulheres e crianças ficam na linha de fogo em favelas, ruas e escolas. Adolescentes e jovens são os que correm o maior risco e os homens estão mais vulneráveis que as mulheres.

 

Desarmar porque... a presença constante das armas mudou a natureza da violência. Tensões inevitáveis entre marginais e polícia se transformaram em guerrilhas e conflitos banais (tais como brigas de trânsito ou discussões conjugais) culminaram em tragédias irreversíveis. As ruas são palcos de batalhas para gangues urbanas.

 

Desarmar porque... reduzir e controlar a quantidade de armas é o recurso mais eficiente para diminuir os números de mortos e feridos da violência armada. A arma de fogo não é a causa, mas um dos principais instrumentos para a prática da violência em conflitos e no crime.

 

Desarmar porque... arma de fogo é muito mais um perigo do que uma proteção, aumentando o risco de mortos e feridos e criando uma falsa sensação de segurança. Comparado ao uso para auto-defesa, uma arma guardada em casa aumenta as chances: em quatro vezes de atingir uma pessoa acidentalmente; em sete vezes de ser usada em assaltos ou homicídios; e em 11 vezes de ser usada em tentativas de suicídios Até mesmo os policiais, que são treinados para manusearem armas, estão sob o risco de terem suas armas usadas contra eles próprios. Além disso, o uso da arma de fogo para resistir a um assalto na verdade aumenta as chances da vítima ser baleada ou morrer.

 

Desarmar porque... nenhuma guerra, declarada ou não, será resolvida ou evitada caso não haja um esforço conjunto para controlar e limitar a proliferação das armas.

 

Faça uma avaliação criteriosa de seu posicionamento sobre o assunto e vote conforme sua  consciência lhe indicar.

 

A Diretoria


 

EXPERIÊNCIA SEM VALOR?

 

Cerca de mil idosos participaram, do baile da terceira idade que encerrou a festa a São Vicente de Paulo, na Cidade Vicentina em Jundiaí. Nesta idade a vida deveria ser um mar de alegrias!....

 

Hoje, apesar de viver mais, graças aos avanços tecnológicos o idoso tem de conviver com outra faceta destes avanços das ciências e tecnologias, totalmente contrária e contraditória em relação ao aumento de sua expectativa de vida.

 

Sua sabedoria, sua vivência e sua experiência, adquiridas ao longo de toda uma trajetória de vida, já não interessam à construção e ao desenvolvimento do país, na medida em que estão supostamente superadas por tudo o que há de mais moderno na era das informações.

 

Foi nesse contexto que surgiu a preocupação em normatizar os comportamentos, tanto públicos quanto particulares, que envolvam o idoso, criando-se o Estatuto do Idoso. O ideal seria que o ordenamento jurídico nem precisasse regrar aquilo que é interesse indiscutível de todos, parte indissociável da sensibilidade do ser humano, como é o respeito aos mais velhos. Infelizmente, a normatização do respeito aos idosos é uma imperiosa necessidade, uma vez que a falta de valores educacionais e morais além da força do egoísmo têm transformado os mais velhos em reféns de todo tipo de abusos.

 

O Estatuto do Idoso, ainda pouco praticado no Brasil representa um avanço no modo como nossa sociedade vê seus idosos, garantindo direitos e estipulando deveres para melhorar a vida dos brasileiros com mais de 60 anos, conferindo ao idoso ampla proteção jurídica para usufruir direitos da civilização sem depender de favores, sem amargurar humilhações e sem pedir para existir. Simplesmente viver como deve ser a vida em uma sociedade civilizada: com dignidade.

 

Entretanto, a prática nos mostra que ainda temos um longo caminho pela frente para que o Estatuto seja aplicado e respeitado na íntegra.

 

A Diretoria

 


 

PROPINODUTO...

 

Uma sucessão de equívocos vem marcando a ação do comando petista na crise do propinoduto, montado para perpetuar o Partido dos Trabalhadores no poder! Uma bela e complexa maracutaia engendrada pelos neopoderosos de plantão. Este PT inimaginável passou como um trator sobre tudo aquilo que outrora o definia;  começou pela ética  e renegou seu passado em muitas outras áreas também.

 

Acuado e perdido no meio da pesada crise que gerou, o PT tira do governo a competência que demonstrou durante anos de oposição, decretando sua falência e um grave problema para país que fica em estado de espera.

 

Mas, é justamente isso que diferencia este escândalo de outros tantos que cobrem as páginas dos jornais e o tempo dos telejornais. Até então, os jogos de corrupção visavam tão somente enriquecer, sem muito esforço, os detentores do poder e da economia, levando na onda os parentes e amigos, enquanto para os inimigos bastava invocar a Lei.

 

A corrupção tem sido endêmica no nosso país desde sua “inauguração”, mas este jogo que vemos agora é outro e seu objetivo seria o de manter no poder o partido que levou 25 anos para chegar ao Planalto. Um golpe silencioso!

 

O golpe foi exposto, mas o perigo não passou. Agora que o partido que se forjou em duas décadas de oposição sistemática foi testado e revelou-se igual aos demais, as opções para os brasileiros comuns parecem esgotadas. Por isso o grande perigo que corremos é a instalação da descrença generalizada com a política, o que pode conduzir a população, no próximo pleito, a deixar-se seduzir por qualquer esperto aventureiro populista disponível no mercado.

 

Para evitar outra tragédia eleitoral como a de 1990 é imperioso que não nos deixemos vencer pela falta de confiança, assumindo uma atitude passiva, consolidando a idéia de que todos os políticos são iguais e que nada podemos fazer.

 

Podemos sim, dispomos de meios para falar, opinar, tecnologias digitais que podem formatar métodos interativos de gestão, maior acesso às informações e até decisões.  Podemos conversar com amigos, parentes, estimulando a discussão de idéias e fazendo propostas dentro de ONGs. Podemos e devemos analisar os candidatos nas próximas eleições e tentar escolher aqueles que nos pareçam decentes e comprometidos com a sociedade.

 

Sabemos que precisaremos de tempo para depurar os quadros políticos, os gestores públicos e escolher com sabedoria o governo, que deve ser exercido de forma transitória e não permanente como desejava o PT. Permanente deve ser o Estado, gerenciado por técnicos a serviço da sociedade. Podemos e vamos alcançar este objetivo.

 

A Diretoria


 

CARDÁPIO 2005

 

O cardápio para 2005 não tem sido moleza para a área sindical. O ano tem está agitado para o movimento, que mais uma vez se vê obrigado a respirar fundo e partir para enfrentar mais uma luta.

 

Desde 2004, vários golpes têm sido programados para atingir os trabalhadores, através da reforma sindical proposta pelo Fórum Nacional dos Trabalhadores. O mais nefasto veio com a portaria 160, que limitava a arrecadação das contribuições confederativa e assistencial somente aos sindicalizados.

 

Convocados à luta, os sindicalistas deixaram de lado suas diferenças, unindo-se todo o movimento sindical, para reverter o quadro assustador que se apresentava. A vitória contabilizada com a criação do decreto legislativo 1225/04, que sustou a portaria. Mas a ofesiva para enfiar a reforma sindical goela abaixo do trabalhador, continua firme e forte, por parte do governo federal. A PEC 369 veio confirmar isto e embora o governo tenha feito um recuo estratégico, não significa que tenha desistido de seu intento.

 

Portanto, é bom relembrar que o modelo de sociedade na qual vivemos hoje, tende a desvalorizar o papel do trabalho, através de ofensivas sistemáticas aos direitos dos trabalhadores. Só nossa união poderá permitir a manutenção dos direitos já adquiridos e a reivindicação de melhores condições sociais e isto só pode ser conquistado através do fortalecimento das categorias trabalhadores. Um dos meios mais eficazes para este fortalecimento é a busca incessante de novos associados, pois, um sindicato é forte, quando tem representatividade.

 

Além disso, o trabalhador precisa estar consciente de que o Sindicato é um instrumento legal e efetivo de luta pela conquista de maiores salários, valorização profissional e melhores condições de trabalho; o Sindicato participa de campanhas e negociações, de reivindicações dos trabalhadores, negociando os acordos e convenções coletivas de trabalho, que beneficiam todos os empregados EAA.


E, não é só, o Sindicato mantém seus associados bem informados sobre os acontecimentos relacionados aos trabalhadores, mantém assistência Jurídica, Odontológica, possui inúmeros convênios com os mais diversos serviços etc.

 

“Sindicalizar é construir uma entidade respeitada, respaldada em uma forte organização local, em torno de uma relevante agenda negocial  e de um pacote de serviços que assegure uma eficaz representação sindical ao conjunto de trabalhadores".

 

Estamos na luta!

A Diretoria


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