Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

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AO PÉ DA ORELHA

 

Sindicalismo Abrangente

 

É por existir o Sindicato que todo trabalhador tem garantido representantes qualificados para negociar salários e condições de trabalho com os patrões; piso salarial maior que o salário mínimo; reajustes salariais acima da inflação; e outros benefícios que estão nas convenções coletivas de trabalho, afinal a razão de ser do sindicalismo é a defesa dos interesses dos trabalhadores.

 

Assim, os principais objetivos sindicais tem sido salvaguardar o valor do trabalho humano, sua dignidade e significação social; garantir a igualdade de oportunidades e de tratamento; ser o portador das reivindicações trabalhistas e  elemento de estabilidade social.

 

Tarefas nada fáceis que os sindicalistas tem procurado realizar ao longo de anos de crises políticas, econômicas e democráticas pelas quais nosso país tem passado. Os novos tempos trazem novos desafios para as relações laborais e a solução passa pela adaptação aos novos conceitos que surgem.

 

Neste novo tempo, o papel do sindicalismo se torna mais abrangente, não basta lutar pelo trabalhador empregado formalmente; é preciso imaginar novos modelos que permitam organizar e representar adequadamente aqueles que carecem de um emprego formal, seja porque estejam momentaneamente na informalidade ou porque são independentes, seja  porque  se encontram desempregados.

 

O grande desafio deste momento histórico é fazer o movimento sindical atuar como formador de políticas econômicas sociais que possam mediar as exigências do trabalho e os interesses gerais dos empresários e poder político.  Outra tarefa nada fácil, mas que será realizada ainda que passo a passo!

 

A Diretoria


 

Violência contra a Criança e Adolescente deve ser impedida

 

A violência contra a criança gera um grande custo social e político para o Brasil, que gasta enormes somas para remediar ao invés de prevenir. Assim, ao invés de educar crianças e adolescentes saudáveis para serem cidadãos exemplares, o governo gasta com crianças e adolescentes doentes, que chegam aos serviços de emergência e hospitais públicos por uso de drogas, gravidez, doenças sexualmente transmissíveis ou problemas mentais e comportamentais, que causam repetência e evasão das escolas. Tudo isso causado pela violência

 

Lembrando que as crianças de hoje serão o futuro do país amanhã, o Brasil não está investindo em seu futuro, pois, não dá a devida importância às políticas públicas voltadas para combater a violência contra os jovens e as crianças.

 

A verdade é que apesar de muito se falar, ainda não foram criadas estratégias eficientes e eficazes, para erradicar a violência em qualquer de suas manifestações. Muitas iniciativas governamentais ou não governamentais são implantadas no país com resultados positivos, contudo, ainda estão aquém da realidade de muitas vidas dilaceradas pela violência e pelo descaso das autoridades.  A verdade é que a melhor forma de tratar do problema da violência contra as crianças é impedir que aconteça.

 

Como denunciar – As denúncias de violência abuso ou exploração sexual de crianças e adolescentes podem ser feitas no conselho tutelar mais próximo ou para o Disque Denúncia Nacional – Disque 100, um serviço de utilidade pública, que recebe e encaminha denúncias de violências contra meninos e meninas.

 

A Diretoria


 

Juntos, estamos sempre transformando nosso Sindicato! 

 

A liberdade sindical é um dos direitos fundamentais dos trabalhadores: a liberdade de organização dos trabalhadores, sem intervenção ou interferência empresarial; o respeito ao direito de sindicalização e de organização no local de trabalho; o respeito ao direito de greve; a liberdade das entidades sindicais na elaboração de seus estatutos; o acesso dos dirigentes sindicais ao local de trabalho e a liberdade de comunicação com os trabalhadores ocupam, indiscutivelmente, um papel determinante na configuração dos sistemas democratas de relações de trabalho e progresso econômico com justiça social.

 

Assim sendo, associar-se ao sindicato de sua categoria é acima de tudo uma atitude política, que demonstra disposição de ação coletiva e solidária. É também uma decisão inteligente, tendo em vista que, para o trabalhador, a entidade sindical é o fórum adequado para sua participação em todas as questões que lhe dizem respeito, seja como profissional ou cidadão.

 

Além disso, só você pode fortalecer o Sindicato. Fique sócio de quem defende os seus direitos e organiza as lutas por melhores salários e condições de trabalho. Você, sindicalizado, organiza e fortalece as lutas da categoria. Uma categoria forte com direitos respeitados só é construída com a representatividade do Sindicato da classe. E quem faz o Sindicato grande e forte é o trabalhador sindicalizado. Por isso, lembre sempre: transformar é modificar algo para melhor; juntos, estamos sempre transformando nosso Sindicato!

 

A Diretoria


 

Pois, que venham as negociações!

 

As negociações salariais 2009 começaram para algumas categorias e infelizmente, alguns patrões estão aproveitando a oportunidade para alegar que a crise aparece como barreira para os trabalhadores obterem ganhos reais e recuperarem o poder de compra perdido com a inflação. O movimento sindical reaje e a ordem é estar preparado para não deixar a crise econômica prejudicar as negociações salariais deste ano. A luz amarela está acesa.

 

Não há a menor dúvida de que 2009 será um ano que exigirá mudanças no sistema financeiro mundial, o que acarretará também mudanças estruturais na relação capital x trabalho. O movimento sindical brasileiro, no entanto, está atento, procurando encontrar as oportunidades geradas pela crise, inovando nas propostas para solução.

 

Pena que muitos empresários ainda não se deram conta de que o momento é de oportunidades e não de choro, que deveriam considerar a situação econômica atual como uma alavanca para superar os desafios, de forma diferente, comprometida com seus sonhos, mas sem destruir os sonhos de seus colaboradores. Este é o momento para praticar o empreendedorismo, para pensar grande, não esquecendo que o mercado (os consumidores) é que define quem vence e quem fica para trás. E, os novos consumidores apreciam um negócio respeitável, ético e transparente que não abuse de seu poder de barganha para lucrar.

 

Neste momento, todos os sindicatos estão se preparando para um diálogo técnico com o empresariado, a fim de evitar que a conta da crise seja paga pelos trabalhadores. E alertam que embora o discurso dos empresários esteja alinhado para uma pressão pela redução de vagas de emprego e de salários, estão preparados para a grande queda de braço que começa, pois, os efeitos reais da crise não justificam tal caminho.

 

A crise chegou ao Brasil num momento em que os trabalhadores estavam acumulando vitórias nas negociações salariais e a manutenção desses ganhos vai depender da capacidade de diálogo do movimento sindical. Não vamos perder esta excelente oportunidade de avançar mais um passo na conquista dos ideais de equilíbrio e justiça que tanto desejamos para toda a sociedade. Pois, que venham as negociações!

 

A Diretoria


 

IGUALDADE NO LAR E NO MERCADO DE TRABALHO!

 

Enquanto o movimento sindical luta duramente para conseguir que a jornada de trabalho seja reduzida para 40 horas semanais, sem redução de salário, milhares de mulheres com jornada semanal de 44 horas no mercado de trabalho, trabalham quase três vezes mais em serviços domésticos do que homens que cumprem a mesma jornada. Enquanto eles trabalham, em média, 5 horas semanais fazendo serviços em casa, elas dedicam 18 horas por semana às mesmas tarefas, incluindo os sábados, domingos e feriados. O resultado é apontado por estudo do Ibmec São Paulo para avaliar as desigualdades entre homens e mulheres quanto à participação no trabalho dentro e fora casa.

 

Isto quer dizer que, mesmo quando o movimento sindical conquistar a vitória neste empreendimento, ainda assim, a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, reivindicada pelos trabalhadores não terá impacto na redução das desigualdades da jornada de homens e mulheres no quesito trabalho doméstico.  Persistirá o fato de que a mulher trabalha em casa, no mínimo, o dobro do que o homem e dependendo da jornada no mercado de trabalho, essa diferença chega a três ou até quatro vezes.

 

Esta é uma questão estrutural do conceito de divisão social do trabalho, que atribui à mulher a responsabilidade do lar e precisa ser modificada pela luta que o movimento feminino vem travando ao longo de décadas. Portanto, para vencer esta batalha é preciso correr atrás de justa distribuição de renda, poder de negociação, voz ativa dentro do lar, educação social e cultural, itens capazes de diminuir a desigualdade  entre os gêneros durante a jornada de trabalho doméstico. Mas não basta, é preciso também correr atrás de questões que exigem respostas diferenciadas para homens e mulheres no mundo do trabalho, seja nas reivindicações, seja nas formas de organização da vida sindical, seja no incentivo a participação feminina nas organizações sindicais. As mulheres clamam por igualdade no lar e no mercado. Em poucas palavras, há muitíssimo por fazer!

 

A Diretoria


 

O FAMIGERADO FATOR PREVIDENCIÁRIO!

 

Na primeira audiência pública que discutiu o fim do famigerado fator previdenciário, regra criada há dez anos, que reduz as aposentadorias dos trabalhadores pelo INSS, entidades patronais foram quase unânimes na defesa da continuidade da regra que sacrifica os assalariados. Dá para entender o porque: são entidades que representam pessoas que não necessitarão dos proventos da previdência para sobreviver na velhice. Nesta condição é fácil ser contra.

 

A verdade é que para as pessoas que só podem contar com a aposentadoria para suprir suas necessidades o fator previdenciário é uma regra desumana que diminui os proventos daqueles que contribuíram com uma vida de suor para manter as contas do INSS.

 

A citada economia de mais de R$ 10 bilhões para os cofres do INSS, resultante da aplicação do malfadado fator previdenciário, representa, na verdade, um assalto ao bolso das pessoas idosas, pois é fruto da redução, achatamento dos benefícios ou retardamento na sua concessão.

 

E, não podemos esquecer que a cada ano, no mês de dezembro, o IBGE divulga uma nova tabela de sobrevida, base de cálculo do fator, que aponta uma contínua elevação do tempo médio de vida dos brasileiros e conseqüentemente, uma considerável redução anual do valor das aposentadorias. Uma vergoha que enxovalha milhares de trabalhadores que tem direito à dignidade na velhice.

 

Já sabemos que o governo não concorda com a extinção do fator e vai batalhar pela sua manutenção, mas esperamos que, pelo menos, seus efeitos mais nocivos possam ser contidos, através da força do movimento sindical que reuniu milhões de trabalhadores de todas as categorias, em torno dessa causa.

 

A Diretoria


 

Falta planejamento para o transporte coletivo

 

A obra iniciada na administração passada, para acomodar melhor os passageiros da Viação Rápido Luxo Campinas na avenida Jundiaí, parece estar longe de ser concluída, para a infortúnio dos usuários. Entretanto, mesmo em condições precárias, os coletivos estão utilizando as novas baias. No local é visível a falta de sinalização nas guias, a ausência de abrigos e bancos para a população. A situação é péssima. Sem as coberturas os usuários ficam à mercê do sol e da chuva sem ter como proteger-se. Depois da chuva as calçadas ficam cheias de poças d´água, transformando-se em armadilhas que castigam mais aos idosos.

 

Infelizmente empurrar os custos de finalização da obra com a barriga parece ser o item mais importante neste estágio da estória. Negociações e reuniões sem fim entre Setransp e as empresas de ônibus estão sempre acontecendo, sem finalizações que levem à ações concretas. Propostas de ambos os lados para formar parcerias que reduzam os custos da obra, estão sempre pipocando, provocando mais e mais reuniões, quando o certo era que a obra se iniciasse com todo o planejamento agendado e os recursos disponibilizados.

 

Não bastasse esse problema, os usuários da cidade ainda sofrem com a falta de qualificação dos motoristas, desorganização nos terminais, horário dos ônibus inadequados, tarifas altas, frota antiga e constantes discussões entre passageiros e motoristas devido aos atrasos.

 

Estes são alguns dos problemas do transporte coletivo que atormentam a população. Até quando?

 

A Diretoria


 

Agenda Feminista

 

As mulheres de hoje estão engajadas numa luta constante por desenvolvimento sustentável, com justa distribuição de renda e valorização do trabalho, que possa erradicar a opressão econômica que sofrem, problema estrutural do capitalismo.

 

Grande parte das mulheres brasileiras está desempregada, dado suficiente para demonstrar a importância de uma agenda de crescimento econômico que gere empregos. E, sem dúvida alguma, as mulheres estão muito interessadas nisso. A luta por emprego tem sido um de seus principais objetivos.

 

E não há geração de emprego sem crescimento econômico. Elas, entretanto, não desejam qualquer emprego, pois seu trabalho ainda é desvalorizado em relação ao trabalho masculino. Um projeto de desenvolvimento sob a visão das trabalhadoras precisa atender a essas questões: o combate à precarização do trabalho, salário igual para trabalho igual, condições adequadas às necessidades femininas.

 

O movimento sindical brasileiro, neste momento, está repleto de mulheres preparadas, que estimulam a auto-organização das trabalhadoras para garantir a inclusão de uma agenda feminista em vários níveis da política e sociedade. Mobilizar o conjunto da classe trabalhadora e dos movimentos sociais em torno dessa agenda feminina de desenvolvimento é uma tarefa central para as sindicalistas que acreditam que as mulheres em movimento podem mudar o mundo.

 

A Diretoria


 

adote e fiscalize um vereador!

 

Desde 2006, o Movimento Voto Consciente de Jundiaí acompanha o trabalho na Câmara Municipal seguindo o modelo da ONG de mesmo nome que surgiu na capital paulista. Neste ano, os integrantes do grupo de fiscalização do legislativo decidiram lançar a campanha “Adote um Vereador”, mobilizando os cidadãos, escolas e entidades do município no interior paulista. Assim desde 9/2/2009 Jundiaí está oficialmente incluída neste movimento.

 

A campanha nasceu de uma parceria entre o jornalista Milton Jung da rádio CBN e a ONG Voto Consciente de São Paulo com o objetivo de acompanhar mais de perto o trabalho dos vereadores.

 

A iniciativa, que visa estimular o debate político na cidade, mostrou os seus primeiros resultados graças à adoção de três vereadores, Leandro do Bicho Legal (PV), Marcelo Gastaldo (PTB) e o tucano Gustavo Martinelli.

 

No endereço http://vereadores.wikia.com, o internauta poderá adotar um vereador e criar um blog (espécie de diário virtual) para publicar informações a respeito do político escolhido. Este blog será exibido dentro da página de Jundiaí do "Adote um Vereador".

 

No site é possível ainda encontrar notícias publicada pelos jornais da cidade, dados gerais sobre as últimas eleições, páginas com informações de cada vereador como número de votos, partidos dos quais já fez parte, telefone, e-mail e ainda a relação dos funcionários de cada um dos gabinetes.

 

Não há dúvida que este seja um belo exercício de cidadania, que pode trazer benefícios para ambas as partes. Para os eleitores que acompanharão as ações do parlamentar, fiscalizando e cobrando os resultados esperados e para o parlamentar que poderá construir através de seu desempenho um futuro político sólido, que lhe garantirá a reeleição.

 

Já passou da hora do brasileiro deixar de lado seu notório desinteresse pela política e pelos seus representantes em cargos eletivos, uma vez que este é um assunto que mexe diariamente com nossos interesses. Portanto, temos de tomar atitudes que possam controlar a corrupção e a ingerência de parlamentares, saneando o cenário político nacional. E, podemos começar por nossa cidade.

 

A Diretoria


 

Funcionalismo Funcional

 

Apesar da crise, o Orçamento da União para 2009 prevê a criação de 45 mil cargos na administração pública, um terço dos quais no Poder Executivo. Desde 2003, no início do primeiro mandato do presidente Lula, a máquina federal recebeu 200 mil integrantes, acréscimo de 22% no número de servidores. Em Brasília, as repartições estão lotadas, tanto que 17 dos 27 ministérios precisaram alugar imóveis para receber os novos felizardos.

 

Ainda mais preocupante é o fato de que, no final de 2008, enquanto a crise global já causava estragos na economia brasileira, levando ao corte de 655 mil empregos em dezembro (a pior estatística em dez anos) e muitas empresas começavam o ano negociando acordos de redução de jornada e salários, sem garantias de manutenção do emprego, o governo aprovou no Congresso mais um generoso pacote de benesses para o funcionalismo, que ao longo do governo Lula já obteve cerca de 40% de ganhos reais de salários. Num cenário de desaceleração estes fatos são extremamente preocupantes.

 

Não precisa ser muito esperto pra perceber que o  Estado está muito maior do que deveria, e que este é um grave problema. O governo inchou a máquina, criou um mundo de cargos de confiança e de concursados, a eficiência não melhorou, a burocracia continua desgovernada.

 

Para que uma grande economia emergente como o Brasil prospere, é preciso que o governo gaste menos do que arrecada, possa contar com uma máquina funcional que mostre serviço azeitado, isto é, que tenha metas a cumprir, consiga resultados  positivos e tenha mecanismos legais para retirar do funcionalismo aqueles que apresentam desempenho medíocre. São os itens básicos para o sucesso.

 

Buscar resultados honestos com o uso criterioso do dinheiro público é a lição de casa, que o governo federal precisa fazer com máxima urgência. Não há mais tempo para perder.

 

A Diretoria

 


 

MUDANÇAS

 

Hoje é sem dúvida um dia histórico para o mundo. Barack Obama toma posse como o primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América e não dá pra negar que o que acontece naquele país se reflete em todo o planeta. Assim, ainda que amemos ou odiemos nosso vizinho, sua influência em nosso dia a dia é inquestionável.

 

Como também é inquestionável o divisor da história, que este presidente representa. Ele chega respaldado na esperança de mudanças para seu país, afogado na pior administração dos últimos 200 anos, que causou uma crise financeira “espetacular”, duas guerras, vários conflitos e demonstrou um desprezo enorme pelo meio ambiente, contaminando o planeta com seus problemas. E, a “sujeira” acumulada é tanta, que só mesmo um negro para limpá-la, dizem as línguas mais ferinas.

 

Em seu discurso de posse, Obama afirmou: “Hoje os desafios que nos esperam são muitos. Não vão ser resolvidos de modo fácil, nem rápido", avisou. "Mas quero que saibam: vão ser resolvidos, porque escolhemos a esperança ao invés do medo”. Palavras decididas que podem servir de exemplo e incentivo para todos aqueles que lutam diariamente para modificar o “status quo” em sua sociedade, a procura de harmonia e equilíbrio social... como nós sindicalistas fazemos.

 

O fato é que “o trio de líderes - formado pelo afro-americano Barack Obama, o francês Nicolas Sarkozy e o brasileiro operário Luiz Inácio Lula da Silva - representam a ascendência, no mundo ocidental, do idealismo, do ativismo e da cooperação supra-partidária sobre o unilateralismo e vão contribuir  para que o mundo democrático entre em uma nova era transformadora” (Andrew L. Yarrow).

 

A mudança já chegou! Vamos  nos envolver e contribuir!

 

A Diretoria

 


DISPUTA SEM FIM!

 

O sangrento conflito no Oriente Médio têm sua origem na disputa territorial. Os palestinos reclamam terras ocupadas por Israel ao longo dos anos, desde a divisão da Palestina no final da década de 40, para a formação de seu estado independente.

 

A disputa, ainda mais acirrada em função da religiosidade na região, tem ainda como questão central a cidade de Jerusalém. Os palestinos exigem a parte leste da cidade para capital de seu futuro estado. Entretanto os israelenses consideram a cidade sua capital santa e indivisível.

 

Não bastasse isso, no Oriente Médio encontra-se a maior riqueza mineral da Ásia: o petróleo. Ali estão os principais lençóis petrolíferos do globo, porém a exploração desse recurso está voltada basicamente para o abastecimento do mercado externo. Esse fato decorre das características econômicas daqueles países que, não sendo centros industriais, não apresentam demanda interna que utilize toda essa matéria-prima.

 

Assim, está formado o barril de pólvora que vai, sem dúvida, acabar redesenhando a geografia do século 21. Interessante nisto tudo é perceber que as crises financeiras globais praticamente nada influem neste conflito. Não faltam tropas e armamentos aos israelenses e não faltam foguetes e homens bomba aos palestinos, tudo lubrificado com muito sangue. Eles continuam se atacando, matando civis e destruindo propriedades e terras sem dar a mínima para o sobe e desce das bolsas, a quebra dos bancos, o desemprego e a recessão.

 

Infelizmente esta guerra está muito longe de ter um final, uma vez que as disputas exigem soluções intrincadas com cessões de ambas as partes, que não estão dispostas a ceder. Enquanto isso, idosos, crianças, homens e mulheres que apenas desejam viver suas vidas com dignidade são obrigados a conviver com a morte ou seqüelas terríveis. Na verdade quem nunca esteve no meio de um conflito armado não pode ter idéia do terror vivido diariamente por estas pessoas, nem entender como os homens que teem o poder nas mãos o utilizam para destruir ao invés de construir, tudo em nome de Deus!  E viva o Brasil, um país magnífico para vivermos!

 

A Diretoria


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