Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

Informações  e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Jundiaí e Região - SEAAC JUNDIAÍ


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AO PÉ DA ORELHA

 

 

É hora pois, de mobilizar-se!

 

Nunca se denunciou tanto neste país... e nunca tantos foram denunciados! Em época alguma de nossa história a mídia escancarou tantos casos de corrupção. As operações da Polícia Federal, que sempre recebem nomes sugestivos — Anaconda, Albatroz, Lince, Vampiro, Sanguessugas e por aí vai — e as ações de promotores, delegados e generais são noticiadas aos quatro cantos do país!

 

Pensam os desavisados: quem é que teria peito, num país como este, de fazer alguma coisa errada? A resposta é: cada vez mais gente e muita gente graúda. A prova disso está, na própria quantidade de acusações que a cada dia pipocam pelos noticiários. Em vez de diminuir, como se poderia esperar num ambiente de inquisição, os casos em que se suspeita de corrupção aumentam. A conclusão é: na vida real, as denúncias parecem ter efeito nulo como fator de intimidação para os bad boys de colarinho branco.

 

Pudera, a lei é frouxa e não pune praticamente ninguém, reforçando a presunção de impunidade de parlamentares, mandatários do poder executivo, juízes, burocratas do Estado e criminosos que comandam organizações de dentro das instituições penais, mostrando que são muito mais organizados e poderosos que o governo.

 

É o trem da alegria que corre pelos trilhos do Brasil, enchendo os bolsos de todos aqueles que gostam de viver com um pouco mais de emoção e não hesitam em se arriscar!

Este é momento brasileiro pré-eleições. Se não construirmos agora um processo de mobilização que reúna movimentos sociais, estudantis, lideranças e personalidades democráticas, dirigentes sindicais, partidos políticos, todos dispostos a lutar por uma mudança nacional radical, vamos novamente perder o bonde da história que está prestes a passar.

 

Precisamos oxigenar nossa representatividade nas casas legislativas, exigir mudanças na mentalidade e no comportamento ético de nossos parlamentares. As eleições são o processo legítimo para a representatividade. A democracia se justifica na eleição. Apesar de toda desesperança o eleitor ainda percebe isso e não vai se deixar levar por conta da crise que o país está vivendo, neste momento. É hora pois, de mobilizar-se!

 

A Diretoria


 

O BRASIL EM VERDE E AMARELO!

 

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras... é verdade.... mas uma pequena legenda algumas vezes, ajuda muito....por isso, lá vai:

 

Isto é o que queremos, isto é o porque lutamos...

...para que 180 milhões de jogadores brasileiros possam

ser campeões dentro e fora dos gramados!

 

A Diretoria

 


 

DIAS DE FÚRIA

 

 

O cidadão paulista jamais vai esquecer o final de semana do Dia das Mães de 2006. Durante quatro dias seguidos a população viveu a guerra urbana, deflagrada pelo crime organizado, contra um Estado desorganizado. Foram horas recheadas de pânico, insegurança e muita incerteza, em nossa região. População assustada pelas ruas, comerciantes fechando as portas para se prevenir de arrastões, órgãos públicos sofrendo ataques, policiais militares e civis baleados.

 

Passadas 96 horas, o comércio de Jundiái amanheceu mais calmo, depois de muitos boatos e pânico, os comerciantes reabriram as lojas e o movimento melhorou. O terminal urbano teve movimento normal. Os trabalhadores que utilizam o transporte coletivo voltaram a ter a rotina de todos os dias e os motoristas encontraram as ruas mais tranqüilas.

 

Ficou a perplexidade e a indignação, estampadas no semblante dos cidadãos que ainda não conseguiram “digerir” o que aconteceu! E nem poderiam.... como entender mais de 180 ataques, 96 mortes, 55 feridos, mais de 60 ônibus queimados e 73 rebeliões prisionais, no Estado de SP, em apenas algumas horas? Pior, como não suspeitar que o governo tenha feito um acordo com os bandidos, uma vez que os ataques só amenizaram depois de um encontro de autoridades com o chefão do PCC? Como aceitar que enquanto ocorriam ataques às bases policiais e a população, nossos políticos ocupavam o noticiário para tirar proveito da situação, ficando no ar uma pergunta: quem leva vantagem nesses atos terroristas? É evidente que a violência dos bandidos não é para roubar, nem parece ser apenas por causa de transferências de presos ou pela trivial questão da cor do uniforme dos presidiários...

 

A verdade é que o país colhe o resultado da falta de uma política de segurança séria, que em 2003 perdeu a oportunidade de eliminar a frouxidão da Lei de Execução Penal e do Código de Processo Penal brasileiro, instituindo o Regime Disciplinar de Segurança Máxima (Rdmax) para os criminosos de alta periculosidade, para citar apenas um item, dos muitos que precisam ser reavaliados pelo Congresso.

 

Só uma mudança radical na legislação brasileira pode resolver o grave problema da segurança pública, mas isso, definitivamente, não é do interesse dos políticos que nos representam, alguns dos quais estão no mesmo nível dos bandidos que espalham terror nas grandes cidades do país. Está é a realidade que nos deixa aturdidos, pensando: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

 

A Diretoria

 

Em tempo: Sempre é bom lembrar que nem tudo está perdido e que em outubro haverá eleição!


 

S.O.S. SANTA CASA...

 

A Irmandade Santa Casa de Louveira, neste começo de maio/06, está atendendo somente os casos de urgência (que podem evoluir para um risco de morte) e emergência (que implicam em risco imediato de morte. O atraso de mais de 60 dias no pagamento dos médicos ocasionou a medida. Os pacientes - exceto os casos acima citados - terão de recorrer às unidades básicas de saúde da cidade ou aos hospitais de Vinhedo ou Jundiaí. A entidade acumula um déficit de R$ 600 mil, dívida com fornecedores e pode ter, brevemente, problemas com falta de medicamentos.

 

Existem hoje no Brasil cerca de 300 Santas Casas. Todas necessitam, com urgência, de amparo oficial. Apesar da sua importância no sistema nacional de saúde, não recebem do governo recursos compatíveis com a dimensão e a importância das suas atividades. Não fosse a dedicação dos irmãos, dos provedores, dos médicos, enfermeiros, abnegados assistentes sociais e funcionários administrativos, as Santas Casas, há muito, não existiriam.

 

Por filosofia, os hospitais beneficentes destinam-se a atender preferencialmente indigentes e as camadas mais pobres da população. Em tese, as despesas seriam cobertas pelos repasses do Sistema Único de Saúde (SUS) e, eventualmente, pelas rendas auferidas com serviços médico-hospitalares prestados a particulares. Entretanto, é uma equação que não fecha, como se constata ao se comparar o custo de alguns procedimentos comuns com a tabela de pagamentos do SUS. Na média, de cada R$ 100 gastos para atender um paciente, os hospitais são remunerados pela União com cerca de R$ 60.

 

Destinar às Santas Casas os recursos necessários para que continuem a missão assistencial que vêm exercendo desde o Brasil Colônia,  remunerá-las pelo justo e merecido valor dos procedimentos efetuados é uma ótima oportunidade para o governo resgatar os seus compromissos com os necessitados.

 

As Santas Casas não são meras prestadoras de serviço ao SUS. Muito mais do que isso, elas são um dos pilares da distribuição de justiça social, que define a Saúde como dever do Estado e Direito do cidadão.

 

A Diretoria

 


 

TRABALHO E DIGNIDADE!

 

“O trabalho nos revela para os outros e para nós mesmos. Por meio dele construímos nossa identidade. A partir dele descobrimos habilidades, poderes, limites, competências, alegrias, tristezas. Criamos vínculos com as pessoas, com os ambientes, com a cidade e a nação. Por meio dele entramos em contato com os costumes da sociedade, suas leis, sua moral, seus anseios e filosofia de vida, e os assimilamos. Nos comprometemos com causas e uns com os outros. Desenvolvemos interesses, afinidades, finalidades e metas para nossa vida. E também afinamos sonhos, medos, desejos. O trabalho é o lugar privilegiado onde descobrimos, inclusive, para que viemos e do que nos compete cuidar nesta vida.” (Dulce Critelli)

 

O Dia do Trabalho é essencialmente importante, porque é nessa data que lembramos sempre o quanto os trabalhadores têm se esforçado para o progresso da humanidade. Todas as pessoas, cada uma na sua profissão, são igualmente necessárias. A sociedade depende tanto de engenheiros e médicos quanto de pedreiros, padeiros e agricultores.

 

A cada 1º de maio lembramos também a luta dos trabalhadores pelo direito de viver com dignidade, lembramos Zumbi e todos os que resistiram à escravatura, lembramos os trabalhadores executados em Chicago, na luta pela redução da jornada, lembramos tamém daqueles que morreram pela reforma agrária, nos acidentes do trabalho e as crianças exploradas e mutiladas em atividades cruéis.

 

Lembramos também que os banqueiros continuam fraudando o sistema financeiro, grandes empresas sonegam impostos, o governo sacrifica as aposentadorias privadas, reduz o orçamento da educação e saúde, enquanto políticos corruptos enriquecem sem freios.

 

Vamos comemorar o Dia do Trabalho cheios de orgulho e dignidade e não vamos esquecer que precisamos colocar nosso país nos trilhos, pois, só conseguiremos reverter o quadro atual quando viabilizarmos mais empregos, mais investimentos, mais geração de riqueza que seja distribuída igualmente entre todos.

 

A Diretoria


 

INSEGURANÇA NAS LOTÉRICAS

 

Um assalto ocorrido no começo de abril na Lotérica Campo Limpo Paulista, no Centro de Campo Limpo, terminou em tiroteio. Um guarda municipal foi atingido na cabeça por um projétil. O tiro pegou de raspão. O GM acertou quatro tiros em um dos assaltantes. Os marginais fugiram em direção à cidade de Atibaia e acabaram presos.(Jornal de Jundiaí)

 

Muito visadas e alvos de vários assaltos, as casas lotéricas aparecem com freqüência no noticiário policial, embora existam medidas de segurança impostas por cláusulas de seguro. A determinação é de que, por dia, devem ser feitos dois depósitos bancários do dinheiro arrecadado - é proibido manter em caixa mais de R$ 1 mil. As lojas dispõem ainda de cofres do tipo "boca de lobo", com equipamento de retardo. Infelizmente não é o suficiente para afastar os mal intencionados.

 

Hoje, são 6.500 casas lotéricas espalhadas pelo país e há uma tendência de crescimento do mercado, visto que a possibilidade de honrar os compromissos sem precisar enfrentar filas são os principais responsáveis pelo crescimento no volume de negócios das casas lotéricas. Das contas de água, luz e telefone de todo o país, metade é paga em casas de loteria e está em estudo a proposta de oferecer novos serviços, tais como: abertura de contas, pagamento dos aposentados pelo INSS, recebimento de IPTU e PIS e saques e depósitos de contas correntes e de poupança. Trocando em miúdos: mais clientes nas lojas e mais comissões para os empresários.

 

Para os empregados, a ampliação dos serviços prestados pelas lotéricas, além de não resultar em melhorias salariais, representa um desgaste, seja pela permanente necessidade de aprendizagem e atualização, seja pelo incremento do volume de serviço, seja pelas condições de segurança. Afinal, as lotéricas realizam grande parte dos serviços bancários e movimentam somas financeiras sem a mesma estrutura de segurança existente nos bancos; e os empregados das lotéricas representam uma mão-de-obra barata, pois não dispõem dos direitos e garantias dos bancários nem das condições de segurança exigidas nos bancos comerciais.

 

São contradições de um negócio que deveria ser bom para todos os envolvidos, mas não é. É necessário que as autoridades tomem ciência da situação de insegurança que envolve esses trabalhadores e as pessoas que utilizam os serviços das casas lotéricas, buscando criar  mecanismos que possam coibir eficazmente o incremento das diversas formas de criminalidade que assustam, traumatizam e matam!

 

A Diretoria


 

SÓ ESTÁ FALTANDO APLICAÇÃO!

 

A criação de um projeto que apresente um novo modelo de recuperação de menores infratores - que proponha um sistema intermediário entre a liberdade assistida e a internação - está sendo discutida para Jundiaí. Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Ungaro, a proposta é criar um sistema de semi-liberdade. Durante o dia, os jovens fariam atividades e, à noite, dormiriam em uma instituição, como uma Organização Não-Governamental-ONG (Jornal de Jundiaí).

 

Segundo a ONU, as diretrizes fundamentais para a prevenção da delinqüência juvenil são uma parte essencial da prevenção do delito na sociedade. Dedicados a atividades lícitas e socialmente úteis, orientados rumo à sociedade e considerando a vida com critérios humanistas, os jovens podem desenvolver atitudes não criminais. Para ter êxito, a prevenção da delinqüência juvenil requer, por parte de toda a sociedade, esforços que garantam um desenvolvimento harmônico dos adolescentes e que respeitem e promovam a sua personalidade a partir da primeira infância.

 

Ora, nossos governantes já perderam o bonde da história, no que diz respeito ao trato deste assunto. É mais que evidente que o sistema “Febem” não tem condições de educar e muito menos socializar humanamente os jovens, que em conflito com a lei, são abandonados nestas instituições, sem atenção, maltratados, expostos ao uso indevido das drogas... marginalizados. É preciso prevenir ao invés de remediar! As mudanças no sistema se fazem preementes.

 

Está mais que na hora da aplicação de políticas e medidas progressistas de prevenção da delinqüência que evitem criminalizar e penalizar a criança por uma conduta que não cause grandes prejuízos ao seu desenvolvimento, não prejudicando as demais, reconhecendo que é necessário estabelecer critérios e estratégias nacionais, regionais e inter-regionais para prevenir a delinqüência juvenil, criando meios que permitam satisfazer às diversas necessidades dos jovens e que sirvam de apoio para seu desenvolvimento pessoal (particularmente daqueles que estejam em perigo ou em situação de insegurança social e que necessitem um cuidado e uma proteção especiais), estabelecendo critérios e métodos especializados para a prevenção da delinqüência, baseados nas leis, nos processos, nas instituições, nas instalações e uma rede de prestação de serviços, cuja finalidade seja a de reduzir os motivos, a necessidade e as oportunidades de cometer infrações ou as condições que propiciem os atos ilícitos. (Diretrizes da ONU para Prevenção da Delinqüência Juvenil)

 

Os caminhos já foram discutidos à exaustão. Só está faltando aplicação!

 

A Diretoria


 

Lugar de mulher é também no seu Sindicato!

 

Hoje, a mulher não resume sua vida aos afazeres domésticos; ao contrário, encara o mercado de trabalho e a competitividade em todas as áreas, provendo seu sustento e em muitos casos até o de sua família.

 

Está envolvida em questões de governabilidade e processos decisórios; ética ambiental e responsabilidade; militarismo; assuntos econômicos globais como comércio e dívida externa; pobreza, direitos sobre a terra e segurança alimentar; os direitos das mulheres, saúde reprodutiva e meio ambiente; biodiversidade e biotecnologia; energia; ciência e tecnologia; o poder das mulheres como consumidoras; informação e educação, tudo para buscar uma qualidade de vida melhor e mais humana.

 

Apesar disso, entretanto, quando se trata da presença feminina nos sindicatos, de cada 100 brasileiros sindicalizados, pouco mais de 36 são mulheres. Esta baixa participação acontece tanto na composição do quadro associativo, quanto nas diretorias sindicais.

 

Para ocupar o lugar que por direito lhes pertence na militância sindical, como trabalhadoras que são, as mulheres têm de vencer dois grandes desafios: o primeiro é a questão  cultural  de que sindicato é lugar para homem e o segundo é realizar a adaptação do ambiente sindical hoje organizado como um lugar para machos, construído com base na ideologia patriarcal.

 

Uma disputa e tanto que as mulheres vêm encarando com coragem, quando enfrentam até 3 jornadas diárias (a do trabalho,  a doméstica e a militância), conquistando passo-a-passo através das negociações coletivas garantias ausentes na legislação, melhores condições de trabalho, criação de mecanismos para impedir a discriminação, além de ampliar os direitos já previstos na lei. Embora restritas a algumas categorias, estas cláusulas abrem espaço para a negociação em outras frentes.

 

As mulheres EAA (empregadas de agentes autônomos) têm participado ativamente da construção de uma nova ordem sindical, influindo nas políticas e práticas sindicais, preenchendo os espaços nas entidades que já contam com uma secretaria da mulher, exigindo a sua criação naqueles que ainda não acordaram essa realidade, capacitando-se para a disputa de cargos eletivos e estando prontas para assumir posições de liderança.

 

Lugar de mulher é também no seu Sindicato!

 

A Diretoria


 

POR UMA VIDA MENOS BANDIDA!

 

A audácia dos delinqüentes que está transformando a rotina de famílias e comerciantes das ruas Barão de Jundiaí, Engenheiro Monlevade e Vigário JJ Rodrigues, chegou ao extremo. Com uma marreta, três homens quebraram a porta da cozinha e invadiram a casa da aposentada Neide Ferrari, enquanto ela dormia. O assalto só não teve continuidade porque vizinhos perceberam a movimentação e começaram a gritar (Jornal de Jundiaí).

 

Os altos índices de criminalidade que as cidades brasileiras vêm presenciando, somados à inédita barbárie com que estes são praticados além da falta de impunidade, nos leva a crer que jamais a população sentiu tanto medo: da criminalidade e do poder paralelo que desafia o poder estatal.

 

As ações do Estado não têm sido suficientes para proteger as pessoas que vivem perpetuamente em um estado de insegurança, Ninguém tem sido poupado: os donos do poder, autoridades públicas, ricos e pobres.  Falta competência, vontade política, tradição e habito no combate à delinqüência... faltam homens de têmpera, matéria bem escassa hoje em dia.

 

 

Sabe-se que o combate à violência deve ser concretizado através de ações de curto, médio e longo prazo, adotando-se um modelo econômico justo, que fortaleça o mercado interno; elaboração de um plano nacional de desenvolvimento capaz de ser cumprido; ascensão ao poder político de brasileiros verdadeiramente honestos; investimentos em infra-estrutura, retorno do setor público à situação de poupador positivo, por intermédio da diminuição da sonegação; reforma tributária que distribua igualitariamente a riqueza produzida; investimentos em educação, aprimoramento da saúde pública; cumprimentos dos códigos de ética; desenvolvimento da ciência e tecnologia, ação pronta do Judiciário, entre outras medidas.... (ufa!)

 

Só com ações que envolvam governo e sociedade será possível conciliar política de segurança pública (ações de prevenção, policiamento preventivo, investigação criminal, formação, treinamento e instrumentalização das polícias), política penitenciária (tratamento que deve ser dado ao preso e sua reabilitação para o retorno ao convívio social) e ações sociais, tão necessárias para minimizar os impactos causados pela criminalidade.

 

É uma tarefa complexa elaborar uma política de segurança. Seus custos são aparentemente elevados, ela precisa ser constantemente monitorada, revisada e atualizada e seus resultados só poderão ser notados a médio e longo prazo. Mas não é impossível.... o cidadão brasileiro que tem seus pés bem plantados no chão acredita que o Brasil tem condições de superar as dificuldades e dar uma arrancada em direção a conquista de uma vida menos bandida!

 

A Diretoria


 

AS CHUVAS DE VERÃO...

 

A chuva tem provocado estragos em diversos pontos da cidade. Vítimas da frágil infra-estrutura, moradores da Vila Hortolândia, Parque da Represa, Engordadouro e Vila Rio Branco em Jundiaí têm suas casas invadidas pela água. Há anos, eles sofrem com as enchentes e com o descaso do poder público (Jornal de Jundiaí).

 

Entre os meses de novembro e fevereiro ocorrem chuvas que são normalmente acompanhadas de temporais, com descargas elétricas ou ventos fortes, não raro sendo observados os tornados ou as micro-explosões que causam fortes devastações quando incidentes nas áreas urbanizadas.

 

Durante esse período, o Centro de Gerenciamento de Emergência da Defesa Civil Estadual, disponibiliza 24h por dia, informações meteorológicas com dados sobre os índices pluviométricos e a previsão de chuvas, mantendo informadas as defesas civis dos municípios sobre as condições climáticas, para prevenir tragédias. A cada ano o município, por sua vez, tenta identificar seus pontos vulneráveis e estabelecer parâmetros de ações para o período das chuvas

 

Entretanto, apesar dos esforços, a cada ano as tragédias continuam acontecendo. Atingem o meio-ambiente e a comunidade, deixando centenas de famílias desabrigadas, que perdem os poucos bens materiais que possuem, quando não perdem a vida de um filho ou um parente. Fica evidente que algo ainda está faltando para que este quadro possa ser revertido.

 

Assim sendo não adianta ficar culpando o tempo instável pelas enchentes e mortes que ocasiona. É preciso que o poder público tome, de fato, as medidas necessárias para corrigir as causas dessa “epidemia” de verão, identificando os gargalos, evitando a ocupação desordenada e estudando a fundo o clima e as alterações climáticas que vêm ocorrendo ao longo dos anos. Só com trabalho persistente e ininterrupto este quadro será revertido.

 

Cabe a sociedade mobilizar-se, empurrando o poder público para o cumprimento de suas obrigações, principalmente em ano de eleições, quando obras são inauguradas melhor estilo eleitoreiro, com direito a fogos de artifício, escola de samba, palanque lotado de correligionários e bravatas contra adversários políticos enquanto a chuva mergulha no caos a cidade de Jundiaí e região!

 

A Diretoria


 

A CIDADE AGRADECE!

 

Uma área construída de 5,7 mil metros quadrados, 140 boxes com produtos hortifrutigranjeiros, estacionamento para 150 veículos, mezanino com dez restaurantes que comporta 500 pessoas sentadas e um investimento de cerca de R$ 10 milhões. Assim será o Mercadão de Jundiaí, na rua Eng. Monlevade, 22, Centro, local onde funcionará o empreendimento, que deverá ser inaugurado em outubro/2006.

 

Antes de colocar em prática o projeto, foi desenvolvida uma pesquisa de mercado que revelou números promissores: 15% da população de Jundiaí freqüenta e faz compras no Mercadão de São Paulo, semanalmente; instalado no município, um empreendimento nos mesmos moldes paulistas, abrangeria 1,2 milhão de pessoas que estão num raio de 30 km de Jundiaí.

 

Aqui, os boxes oferecerão 50 lojas diferenciadas com no máximo quatro opções de um mesmo gênero, valorizando as frutas, já que o município compõe o Circuito das Frutas. No local também poderão ser encontrados vinhos, queijos, peixes, carnes e o famoso sanduíche de mortadela. (Jornal de Jundiaí).

 

Esta é sem dúvida uma ótima iniciativa que além de favorecer a comunidade deverá abrir mais vagas de trabalho, diretas e indiretas. Assim, os trabalhadores poderão contar com as compras mais próximas de casa e com preços mais competitivos. Além disso, seguindo a tendência atual, o Mercadão vai contar com um Espaço Cultural, que deverá sediar diversas apresentações que ficarão sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura, prestigiando os artistas locais.

 

Se você ainda está achando pouco, o Mercadão contará ainda com ar condicionado, elevador para acesso ao mezanino, playground, terminais de agências bancárias, Correios, Casa Lotérica, sete banheiros e 11 acessos diferentes que incluem os deficentes físicos. Empreendimentos assim, são muito bem-vinnnnndos!!! A cidade agradece!

 

A Diretoria


 

O DESAFIO DO LIXO...

 

Por dia, cada habitante de Jundiaí produz 1,4 quilo de lixo orgânico. Num mês, considerada uma população de 350 mil pessoas, o volume de resíduos chega a 8,3 mil toneladas (Geresol), média considerada alta. Todo o material é depositado no aterro sanitário de Várzea Paulista. A partir de abril deste ano, porém, o Geresol será responsável pelo recebimento dos resíduos que será pesado e aguardará transbordo para outro loca. A escolha do novo aterro será definida pela prefeitura, por meio de processo licitatório. (Jornal de Jundiaí)

 

O lixo é um dos grandes desafios deste tempo em que vivemos e se equipara em gravidade a outros problemas sérios, como a escassez de água potável, o desmatamento, o efeito estufa ou o rombo na camada de ozônio entre tantos outros.

 

Para piorar, a realidade brasileira nos mostra que muitas famílias defendem seu sustento em meio a ratos, porcos, urubus e insetos de todos os tipos. Trabalham em condições sub humanas adultos e crianças, que convivem com analfabetismo, fome, doenças crônicas, desnutrição, falta de moradia decente e falta de saneamento entre outros itens básicos. Todos os dias catam embalagens plásticas, papéis, latinhas de alumínio, separam vidros e restos de comida. Carregam pesados fardos, empurram carroças. Ganham de R$ 1 a R$ 6 por dia, mas o trabalho que fazem é fundamental para a sobrevivência de suas famílias. As crianças não tem vida de criança!

 

É uma dura realidade, que não faz parte da vida da maioria dos brasileiros que produzem lixo diariamente. Entretanto, cabe a cada um de nós parar e refletir sobre o assunto. A conclusão será óbvia: no LIXO não há só LIXO!

 

Portanto, sempre que você se deparar com os resíduos que irá descartar, pense nas possibilidades de sua redução, reutilização ou reciclagem. Seja responsável pelos seus resíduos mais do que simplesmente através da atitude de acondicioná-los em sacos plásticos e colocá-los à sua porta. Pense em todas as pessoas envolvidas com os resíduos e nos problemas que estes resíduos poderão gerar.

 

A geração de lixo começa em nossas residências, trabalho, escola etc. Portanto, é aí que devem começar as mudanças de atitudes!!! (Educação Ambiental)

 

A Diretoria


SEAAC de Jundiaí e Região - Fale conosco! - (11) 4522-4802