Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

Informações  e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Jundiaí e Região - SEAAC JUNDIAÍ


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AO PÉ DA ORELHA

 

 

PARTICIPANDO DO NEGÓCIO

 

Jundiaí sempre foi conhecida como a terra da uva e do morango, tendo um grande destaque no cenário nacional. Mas, além de ter uma grande produção agrícola, o município tornou-se um pólo para empresas de logística e ainda possui um parque industrial com mais de quinhentas empresas se destacando nos setores de alimentos, bebidas, cerâmica, autopeças, metalurgia, borracha, plásticos, embalagens, bens duráveis, química, papeleira e gases, além de centrais de atendimento.

 

Estas mudanças são suficientes para mostrar um novo pulsar na cidade que confirma a boa qualidade da metamorfose que começou há anos atrás com investimentos públicos e privados no local. É exatamente esse tipo de mudança que desejamos para área política e social de nossa região e de nosso país. Uma mudança realizada através de parceria entre o público e o privado, na qual cada um dos participantes cumpre a sua parte sem tentar tirar vantagens do outro, mas pensando no bem comum que envolverá todos os participantes.

 

Qualquer tipo de empreendimento assim realizado trará bons frutos. As melhorias públicas atrairão os investidores privados... os novos negócios gerarão empregos e atrairão o consumidor que irá gerar lucros que alimentarão os negócios, propiciando maior arrecadação de impostos que serão transformados em benefícios para a comunidade. Todos ganham.

 

Não é difícil. Se o exemplo pode existir em pequena escala, porque não poderia existir em grande escala, envolvendo estado e país? Basta direcionar a força de vontade política para um novo foco que englobe o desenvolvimento sustentado, investimentos geradores de empregos, melhor distribuição de renda, melhor nível de vida, mais honestidade. E para arrematar, é fundamental que todos sintam-se parte do “negócio” tornando sua participação uma oportunidade de progresso permanente para o Brasil.

 

A Diretoria


 

O poder transformador do esporte na vida dos trabalhadores

 

A conquista de oito horas de trabalho, oito horas de descanso e oito horas de lazer marcou o início da humanização do trabalho e transformou a recreação e o lazer como uma conquista social. Com o reconhecimento das horas livres entre uma jornada e outra do trabalho, dos repousos semanais remunerados, das férias anuais e aposentadoria gerou-se um tempo livre que incrementa a qualidade de vida do trabalhador. Na prática sabemos que este tempo tem de ser dividido entre estudos, trabalhos caseiros, atividades que exigem atenção especial como educar os filhos, além de muitas outras, e o lazer.

 

Para os trabalhadores o esporte se encaixa na fatia de tempo dedicado ao lazer e seus benefícios vão além da manutenção da saúde.  Quem pratica esporte com freqüência  tem de lidar com diversos aspectos, como ansiedade, estresse, frustração pela derrota, alegria pela vitória, intercâmbio cultural, várias coisas que não fazem parte do dia de trabalho, mas deixam o trabalhador-esportista mais preparado para vencer os obstáculos dentro da empresa.

 

Nada mais óbvio, então, que nos dias atuais, muitas empresas e organizações preocupem-se com aspectos que possam ajudar o trabalhador a ter melhor qualidade de vida, também, no trabalho. Nota-se que o mercado hoje está voltado para quem conseguir obter maior eficiência em produzir mais, melhor e em menos tempo. Tudo isso sem prejudicar a saúde dos funcionários que é fundamental ao processo produtivo.  Assim, a empresa que estimula os trabalhadores a praticarem esportes têm lucros a contabilizar. Há ganhos com integração, produtividade e identificação dos empregados com a empresa. Além disso, o retorno é garantido com a divulgação da marca nas competições esportivas que os trabalhadores participam.

 

O esporte é como uma simulação da sociedade, ou seja, para conviver em sociedade é preciso seguir regras, como em um jogo. O esporte é um instrumento de educação e diversão e suas características criam desenvolvimento interno como o espírito de equipe exigido no convívio em sociedade.

 

A Diretoria


 

MAIO AMARELO

 

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

 

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.(Portal Maio Amarelo)

 

O Maio Amarelo não é apenas uma campanha, mas um movimento na qual a sociedade está convidada a participar de debates sobre trânsito e como torná-lo mais seguro. Um assunto que preocupa diversos países e precisa ser conversado. A ideia é definir ações mais eficazes para promover a conscientização de motoristas e pedestres.

 

A cor amarela foi escolhida por simbolizar atenção na sinalização de advertência no trânsito. Já o mês foi escolhido por ter uma ligação com a história de segurança no trânsito, uma vez que foi em maio de 2011 que a ONU decretou a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”.

 

E, sempre é bom lembrar que o Brasil está entre os 50 países no mundo onde mais se morre no trânsito, segundo dados divulgados pelo seguro obrigatório DPVAT. Conforme a pesquisa, mais de 50 mil pessoas morrem todos os anos em acidentes no país; são 136 mortes por dia ou cinco por hora.

 

A iniciativa do movimento é também uma forma de incentivar a educação para o trânsito, que não se limita apenas a ensinar regras de circulação, mas deve contribuir para formar cidadãos responsáveis, autônomos e comprometidos com a preservação da vida.

 

Diante do quadro de violência que vem se apresentando no trânsito e também em outras esferas sociais, torna-se necessário o envolvimento de poder público e sociedade nessa tarefa de educar, na qual a família e a escola são a base formadora.

 

A Diretoria


 

DESAPOSENTAÇÃO

 

A desaposentação é um assunto que interessa a milhões de brasileiros que tiveram seus benefícios achatados por conta do famigerado fator previdenciário, que surrupia pelo menos 1/3 do valor do benefício na hora da aposentadoria.  Como os aposentados, não podem pedir uma revisão ao INSS, esses beneficiários tem optado por recorrer  à Justiça. E tem tido ganho de causa.

 

A desaposentação permite a quem permaneceu trabalhando após se aposentar renunciar ao benefício que recebe para obter um novo benefício de maior valor. Com a permanência na atividade, o aposentado continua contribuindo para a Previdência, exigência da lei que, mas não tem direito à prestação alguma da Previdência Social, com exceção ao salário família e à reabilitação profissional, conforme ministra o artigo 18, § 2º, da Lei 8.213/91.  A injustiça é clara: a Previdência é custeada por todos os trabalhadores, mesmo aqueles que não usufruem de seus benefícios.

 

Assim, uma onda de ações judiciais contra o INSS invadiu os tribunais do país para garantir aos aposentados o direito de se desaposentar, pleiteando uma nova aposentadoria em termos mais vantajosos. Assim a desaposentação deve ser discutida pelo trabalhador e advogado trabalhista que o orientará sobre como deve proceder. É importante que, antes de ingressar com essa medida judicial, o segurado faça uma contagem do novo tempo de contribuição, pois este se vai somar a todo período contributivo anterior e posterior à aposentadoria. Depois, é necessário fazer o cálculo do valor da nova aposentadoria para verificar se é mais vantajoso que o valor da aposentadoria que o segurado recebe atualmente, uma vez que o novo benefício seguirá a regra vigente e o famigerado fator previdenciário continua valendo.

O setor jurídico do Sindicato está a sua disposição para auxiliá-lo nesta questão, se este for o seu caso.

 

A Diretoria


 

NEGOCIAÇÕES 2015

 

As negociações salariais 2015 já estão começando e, como em todos os anos, seja com ou sem crise, os patrões mostram sempre uma certa insensiblidade neste começo de conversa sobre salário e benefícios.

 

Neste ano, naturalmente, a crise econômica servirá de desculpa para todas as negativas do setor patronal. Entretanto, bons negociadores conseguem, mesmo em tempos desfavoráveis, avançar nas negociações coletivas e estabelecer percentuais de reajuste salarial acima da inflação.

 

É hora, portanto, dos trabalhadores mostrarem preparo e habilidade não perdendo de vista alguns pontos importantes na hora de tratar das novas convenções, como o bom desempenho da economia no ano passado, além de uma análise dos dados referentes ao setor que está negociando. Os dados macroeconômicos no Brasil são favoráveis a uma negociação justa com os trabalhadores e não podemos permitir que empresários gananciosos tentem explorar seus empregados para aumentar seus lucros.

 

Assim, a receita para as negociações 2015 é uma só: estar preparado e negociar, negociar, negociar, com confiança e sem se deixar intimidar!

 

A Diretoria


 

DESMORALIZAÇÃO COMPLETA E IRREVOGÁVEL!

 

Em 2007, Arnaldo Jabor disse em sua coluna que o governo brasileiro havia desmoralizado o escândalo, a esperança e o medo. Pois, nossos políticos, eleitos pela vontade do povo em 2014, conseguiram uma façanha ainda mais extraordinária neste governo: a desmoralização completa e irrevogável da desmoralização.

 

Os escândalos têm sido tantos, tão variados, em todos os níveis do escalão nacional, que espalham uma maré de lama sem qualquer precedente na recente história nacional, respingando para todos os lados. O PT institucionalizou a corrupção como política de governo, seja para caixa dois, seja para comprar apoio e formar uma base de apoio. Escândalo virou rotina, ficou normal, não dá para acompanhar todas as mutretas reveladas diariamente. O escândalo perdeu de vez a moral!

 

A esperança que os brasileiros depositaram no segundo mandado deste governo também foi esfacelada quando na surdina das festas de final de ano a presidenta decretou duas MPs (664/665) tungando o bolso já magro do trabalhador e o rombo no caixa da Petrobrás foi exposto.

 

E o medo.... este evaporou-se! Hoje vivemos um Brasil sem medo da punição, sem medo de ser pego com a mão na botija, sem medo de não ser reeleito se sob suspeita, sem medo de enriquecer rápida e ilicitamente, sem medo de ser feliz.... seja de que modo for! É a instituição do medo.... desmoralizada de vez!

 

Assim, vivemos em uma república de interesses privados regida por uma democracia sem nexo, que premia os espertos e penaliza os honestos. Este é o Brasil do governo petista, que desmoralizou em um nível sem precedentes o escândalo, a esperança e o medo!

 

A Diretoria


 

MARÇO MULHER!

 

O terceiro mês do ano está sendo firmemente marcado pelo movimento feminino, como Março Mulher. Nada mais justo que a sociedade amplie a abrangência do Dia Internacional da Mulher, para todo o mês de março, discutindo, informando, produzindo inúmeras atividades que esclarecem, fortalecem e chamam as mulheres brasileiras a participar da luta pela igualdade entre os gêneros.

 

Embora ao longo dos anos as mulheres tenham conquistado uma condição de vida e trabalho bem melhor, muito ainda precisa ser feito, sendo um dos principais requisitos, o aumento da participação das mulheres nas instâncias do poder.

 

Uma das portas de entrada da política é a participação delas no cotidiano dos sindicatos, fortalecendo e direcionando a luta dos trabalhadores para as questões femininas, combatendo a consciência machista que ainda impregna muitas das diretorias sindicais.

 

A luta do movimento feminino não é apenas uma luta de mulheres, mas uma luta de classe. Não é difícil perceber que quando uma mulher recebe menos do que um homem na mesma função, isto arrocha o salário de todos os trabalhadores, ou que quando ela executa o serviço doméstico não remunerado, quando ela é o arrimo da família, ela possibilita a reprodução e manutenção da força do trabalho capitalista que a discrimina, mantendo um círculo vicioso de desigualdade e injustiça para com todos os trabalhadores, independente do gênero.

 

O Março Mulher é a oportunidade certa para lembrar que só a união do conjunto da classe trabalhadora, além de organizar as mulheres para resistir à opressão poderá fazer com que esta luta que parece ser somente delas seja entendida e abraçada por todos como parte de uma luta geral que beneficiará os trabalhadores do país, pois, combatendo as causas da desigualdade de gênero, avançaremos na construção de uma sociedade mais equilibrada e justa para homens e mulheres.

 


 

IGUALDADE: UMA QUESTÃO DE TEMPO!

 

Mais da metade dos trabalhadores brasileiros são mulheres. As mulheres empregam o dobro ou uma porção maior do seu tempo em trabalhos não remuneradas, em comparação com os homens.

 

As mulheres também representam a maioria dos trabalhadores em tempo parcial e do setor informal e têm uma taxa de desemprego maior que o setor masculino, ainda que este último dado registre variações por região. As mulheres constituem, aproximadamente, 40% de todos os trabalhadores do mundo e sua taxa de participação aumenta de maneira constante.

 

No Brasil, as condições de vida e trabalho das mulheres brasileiras podem ser avaliadas através de dois indicadores básicos: o acesso ao emprego e a remuneração. Ambos são indicadores tanto de qualidade de vida, como das condições de igualdade. E, para as mulheres no Brasil, ambos demonstram a persistência de um ambiente de más condições de vida e desigualdade.

 

Não é à toa que os direitos econômicos estão cada vez mais fortes na pauta do movimento de mulheres, cujas iniciativas têm como objetivo fortalecer a autonomia das mulheres, o que também passa por sua independência financeira e a justa remuneração de seu trabalho, prosseguindo pela profunda desigualdade de renda de nosso país que tem marcas de classe, gênero e raça. Para enfrentá-la são necessárias vontade política de nossos governos e intensa mobilização popular.

 

A comemoração do Dia internacional da Mulher e o Março Mulher somam-se tornando-se a ocasião propícia para que o movimento de mulheres se mobilize, difundindo esclarecimentos, informações e reivindicações, enfrentando o desafio de reverter o quadro da desigualdade entre os gêneros e mostrando que as mulheres são perfeitamente capazes de cuidar de si, conquistar o que necessitam e provocar profundas mudanças na sociedade.

 

Em meio às adversidades, o movimento de mulheres avança em diversas questões, ocupa diferentes espaços e dimensões da vida social; e embora este avanço seja lento, é inexorável. A igualdade entre gêneros é apenas uma questão de tempo.

 

A Diretoria

 


 

TRABALHADOR DEFENDE DIREITOS

 

Jogadas em cima do trabalhador no calor das festas de final de ano, as medidas provisórias 664/665 caíram como um jato de água gelada na cabeça dos trabalhadores e seus dependentes, afetando direitos como o abono salarial, seguro-desemprego, pensão por morte e auxílio-doença. Se passarem no congresso, o impacto será maior nas classes que mais necessitam de amparo.

 

Os trabalhadores reagiram ao pacote de medidas, pois, não cabe aos assalariados pagar a conta que se apresenta após anos de má gestão econômica. Sabemos que o governo está gastando mais do que arrecada e este problema deve ser enfrentado com urgência, mas não retirando direitos trabalhistas, pois cabe ao Estado amparar o trabalhador em momento de crise, sem meter a mão em seu bolso.

 

Ao invés de penalizar o trabalhador, escorando-se em desculpas esfarrapadas como “corrigir distorções e regalias” o governo deveria promover mudanças estruturais que proporcionam distorções e regalias à máquina administrativa e  fazem jorrar as torneiras da corrupção.

 

As Centrais Sindicais estão mobilizando os trabalhadores para manifestações pelo país, e já deram passos importantes reunindo-se com o ministro do trabalho, o presidente do Senado, do Congresso e outros políticos, reiterando a reivindicação unitária dos trabalhadores que é retirar as medidas do Congresso, onde devem ser avaliadas até maio.

 

Mais uma vez, os trabalhadores brasileiros precisarão defender com unhas e dentes seus direitos, não permitindo que o governo faça o ajuste fiscal que necessita prejudicando os que mais necessitam. É hora de mobilização, hora de ganhar as ruas e mostrar força.

 

A Diretoria


 

 

MEDIDAS DESASTROSAS PREJUDICAM TRABALHADORES E APOSENTADOS

 

O governo federal terminou 2014 soltando um pacote de medidas que afetou diretamente trabalhadores e aposentados. Duas medidas provisórias publicadas assinadas pela presidente Dilma no apagar das luzes de 2014 estão tirando o sono dos trabalhadores. A MP 664 e a MP 665 provocam mudanças nos benefícios previdenciários e trabalhistas, respectivamente. A justificativa para alterar regras do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) é promover uma economia de R$ 18 bilhões por ano, a partir de 2015. As mudanças atingem o abono salarial, o seguro-desemprego, a pensão por morte e o auxílio-doença.

 

Além disso, o Orçamento Federal proposto pelo Executivo para 2015 reserva R$ 1,3 trilhão para os gastos com a dívida pública, o que corresponde a 47% de tudo que o país arrecadará com tributos, privatizações e emissão de novos títulos, entre outras rendas

 

Ora, que a economia brasileira vai mal obrigada, não é novidade, que o gasto público está descontrolado, os juros astronômicos e os indícios de ilegalidades e ilegitimidades são vergonhosos, também não é novidade nenhuma.

Assim, enquanto a torneira permanece aberta para os gastos federais e a corrupção institucionalizada vai desviando o que pode, ela vai secando os recursos para gerir o país, com dignidade. Mais simples é colocar a culpa do rombo na Previdência e nos trabalhadores da iniciativa privada.

 

Aliás, sempre é bom lembrar que a Seguridade Socia,l na qual estão incluídos os gastos com abono salarial, pensões, seguro desemprego e auxílio-doença ora atacados, é superavitária, conforme mostra estudo da ANFIP (Associação Nacional dos Auditores-fiscais da Receita Federal do Brasil), págs 35 e 36. Em 2013, o superávit (diferença entre receitas e despesas) foi de R$ 76 bilhões, mas o governo insiste em dizer que tais benefícios seriam a causa do rombo nas contas públicas. Na realidade, o objetivo do governo é reduzir os benefícios sociais para destinar ainda mais recursos da Seguridade Social para o pagamento da dívida pública.

 

Mais uma vez a classe trabalhadora será obrigada a entrar numa dura luta para não perder seus direitos e os poucos benefícios que tem.

 

A Dretoria


 

NÓS CONSTRUÍMOS 2015!

 

Nosso otimismo de fim de ano aliado a alegria, abraços e votos mútuos de boas festas, renova nossas esperanças de vida melhor, que na época das festas nos parecem tão...tão ao alcance das mão!

 

Mas... e depois? O que nos trará o ano novo? A pergunta sempre teima em aparecer em nossos pensamentos e geralmente não encontramos uma resposta adequada para nos acalmar o espírito, pois o futuro parece indecifrável...

 

Entretanto, pensando melhor... só parece....porque em  relação a um indivíduo, um ser humano cujo espírito ainda esteja vivo, o futuro ele mesmo constrói. É ele quem determina seu próprio futuro, de acordo com sua maneira de viver no presente. Pode, assim, preparar para si dias repletos de alegria e felicidade ou dias de máximo sofrimento e dor. A decisão pertence a cada um!

 

Por isso, esta é a época propicia para que as pessoas de espírito vivo cobrem de si ânimo para agir. Agir agora, no presente, reunindo todas as suas forças no sentido do bem, sem descanso, se quiserem de fato construir um belo futuro. Cada um tem de colocar suas mãos à obra, fortalecendo sua vontade interior e contribuindo com toda sua energia para a concretização de seus ideais, que serão alcançados apesar dos contratempos e contrariedades. Só a mente amparada pela vontade firme pode moldar um futuro promissor, que é apenas a somatória do ideal e vontade de cada um. E... não há nada que boa vontade e pensamento positivo não possam conseguir.

 

Agora, o melhor disso tudo é que, se cada indivíduo construir um futuro ameno e feliz para si, estará ao mesmo tempo construindo um futuro melhor para a humanidade, pois, a onda de entusiasmo que nasce de um coração invade e lava o ranço e o cansaço instalados no coração vizinho, espalhando-se um uma progressão que pode alcançar o infinito. Basta querer!

 

Nós sabemos que se fosse fácil já estaria feito... mas insistimos que esta é a época certa para renovar energias e fortalecer a vontade, relembrando que não existem incógnitas, as respostas estão na concentração do pensamento e numa diretriz definida, que deve estar apoiada em harmonia, amor, verdade e justiça... coletivas.

 

Desejamos a todos um FELIZ BRASIL 2015!

 

A Diretoria


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