Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

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AO PÉ DA ORELHA

 

 

 

NÃO TEM SANTO, REMÉDIO OU MANDINGA QUE RESOLVA O BRASIL!

 

A grande maioria dos cidadãos não quer participar dos partidos políticos, origem daqueles que conquistam o poder de dirigir a máquina pública, simplesmente porque as legendas tornam-se clubes que abrigam todos os tipos de aspirantes à carreira política e enriquecimento rápido.

 

As eleições, muitas vezes, em pequenas cidades, não se trata de uma escolha popular, mas sim de uma simples definição entre os candidatos, pois, o processo que se inicia nas convenções partidárias (“partidos de caciques”) estabelece quem do grupo vai ser candidato a aí, chega-se na eleição apenas para ratificar entre dois ou três políticos comprometidos com a máfia que comunga da velha teoria: ele rouba, mas faz!

 

Isto fica muito claro com o correr do tempo, quando os escândalos começam a pipocar. Nenhum partido é poupado. Todos têm sua cota de maus políticos. Mas é evidente que o partido da hora, no poder, é sempre o que produz mais impacto no noticiário.

 

Ora, a corrupção só terá fim no dia em que todos nós participarmos efetivamente da vida política de nossa cidade, do estado e do país. Isso só acontecerá com nossa participação dentro dos partidos políticos, onde são indicados os candidatos a vereador, deputado, prefeito, governador e presidente da república. Além disso, devemos escolher um candidato conhecendo suas propostas, seu passado, seu compromisso com a sociedade. E nada melhor do fazer isso, direto no nascedouro, isto é dentro do partido.

 

Não dá mais para votar apenas para ganhar uma bola, camisa, sardinha, churrascada ou porque é amigo do nosso amigo ou porque o marido, namorado, esposa indicou... ou ainda porque é amigo da família, esteve no enterro do vovô, deu uma capa de chuva no dia da enchente na periferia.

 

Aliá, você se lembra quantas vezes o candidato que você elegeu reclamou da falta de obras de infra-estrutura para resolver efetivamente o caso da enchente em seu bairro ou quando ele falou sobre educação, saúde ou habitação..... ou melhor, você se lembra direitinho o nome de cada um no qual votou da última vez?

 

Pois é, o Brasil não está bem e nós também temos nossa cota de participação nisto, pois tratamos o assunto política como alguma coisa chata e contagiosa, que parece só nos fazer mal.... e faz mal mesmo, pois o nosso descaso na hora de votar e na hora de cobrar resultados dos eleitos contribui enormemente para esse caos político social que vivemos hoje.

 

Precisamos abrir os olhos e mudar, caso contrário não vai haver santo, remédio ou mandinga que consiga acabar com a corrupção em nosso país.

 

A Diretoria

 


 

Junho Vermelho!

 

A campanha Junho Vermelho foi criada a partir da parceria entre o movimento “Eu Dou Sangue pelo Brasil” e diferentes instituições dos setores público e privado, e tem por objetivo incentivar as pessoas a doarem sangue como um hábito.

 

A necessidade de sangue é constante. Transfusões de sangue fazem a diferença entre a vida e a morte para inúmeros pacientes todos os dias e são muitas as situações que apresentam a necessidade de doações e doadores, como por exemplo, as pessoas que estão passando por tratamentos de saúde, quimioterapia, recuperação cirúrgica, além de acidentados e portadores de algumas doenças do sangue.

 

O sangue funciona como um transportador de substâncias de extrema importância para o funcionamento do corpo. Além disso, quase toda a defesa do organismo está concentrada nele. É uma peça de extrema importância para o funcionamento da máquina humana e não pode ser substituído por nenhum outro líquido. Por este motivo a doação é tão importante.

Pior, é que muitas pessoas não sabem que o sangue não é produzido artificialmente e que nós somos a única fonte de matéria prima para uma transfusão; não sabem que doar sangue é simples, rápido e não dói; desconhecem que todo ser humano em boas condições de saúde pode doar sangue sem qualquer risco ou prejuízo à saúde

 

Mas, o doador não deve se limitar à doar apenas; é importante que uma pessoa  transforme outra em doador, formando-se uma corrente de agentes multiplicadores da importância social da doação de sangue. Quando isto acontecer não faltará sangue para o atendimento da população.

 

Neste exato momento, alguém precisa de sangue, alguém que você não sabe quem é, qual seu nome, onde mora... mas esta pessoa está precisando de você, que pode ajudá-la!

 

Entre na campanha Junho Vermelho, faça da doação um hábito!

 

A Diretoria


 

Voto não tem preço, tem conseqüência!

 

Você se lembra em quem votou nas últimas eleições para prefeito e vereador? Você se deu ao trabalho de cobrar aqueles que ajudou a eleger? As respostas às perguntas acima significam a diferença entre votar com consciência, praticando cidadania e votar para cumprir uma obrigação.

 

Veja: os brasileiros estão vivendo novamente o período eleitoral que antecede e prepara a escolha dos futuros presidente, governadores, senadores, deputados. É momento para conhecer os projetos e as propostas que os vários candidatos defendem como alternativas para organizar a vida pública do país. É momento em que cada eleitor é convocado a exercer a cidadania pelo voto. É momento de exercer o poder, com liberdade e consciência.

 

Na última eleição, o eleitor ouviu várias propostas de governo e aprovou aquela que lhe pareceu mais aceitável. Alguns conseguiram cumprir suas promessas, a grande maioria decepcionou seus eleitores.

 

Ora, sabemos que consertar anos de desmandos não é fácil, mas esmorecer porque não conseguimos que nossos governantes estabeleçam atitudes concretas e transparentes rapidamente, só vai continuar emperrando a máquina político administrativa.

 

Portanto, neste caso, a melhor política é continuar examinado os candidatos, suas histórias, seus passados, suas realizações no meio da sociedade, para tentar saber como ele se comportará depois de eleito. Na verdade, o eleitor somente poderá mudar qualquer resultado no momento da eleição, com seu voto, não devendo fazê-lo por obrigação, mas por sentimento de cidadania e de consciência, quantas vezes se façam necessárias para que possamos depurar a máquina governamental, de modo que ela funcione honesta e harmoniosamente, atendendo nossas justas aspirações de uma sociedade igualitária.


É bom lembrar que nestas eleições estão em jogo os cargos mais importantes da hierarquia política
. Não se trata apenas de escolher este ou aquele candidato, mas escolher pessoas que efetivamente demonstrem respeito à cidadania e compromisso com a implementação de políticas públicas que venham atender às necessidades da população.  Este é o “grande barato”!

Se fosse fácil a gente resolvia já, mas como é uma tarefa muito difícil, vamos gastar um pouco mais de tempo. E, não vamos desistir, vamos continuar tentando acertar... e, finalmente, iremos conseguir, pois, somente com a sociedade organizada e participando ativamente e de maneira vigilante de todo o processo político democrático é que poderemos mudar nossa realidade, garantindo que o voto seja efetivamente exercício de um direito humano fundamental.

Voto afinal é coisa séria.... voto não tem preço, tem conseqüências!

A Diretoria


 

MAIO LILÁS!

O Ministério Público do Trabalho, por meio da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade sindical – CONALIS, criou o “Maio Lilás”, campanha que tem o objetivo de incentivar a realização de atividades que promovam o princípio da liberdade sindical. A iniciativa pretende estimular a participação da sociedade, sobretudo dos trabalhadores, em ações de defesa dos seus direitos. O mês foi escolhido porque é quando também se comemora, mundialmente, o Dia do Trabalho. Sindicatos, federações e centrais sindicais são orientadas pela campanha a se unirem em diversas ações durante o período.

 

Embora seja apenas o segundo ano em que o Maio Lilás aconteça, os ataques aos sindicatos e as ameaças à sua sobrevivência com as mudanças impostas pela lei 13.467/2017 – que modificou artigos da CLT e tenta diminuir a representação dos trabalhadores – tornaram a defesa da liberdade sindical imprescindível.

 

A cor lilás  não foi uma escolha aleatória e é uma referência a um incêndio criminoso numa fábrica de tecidos, em Nova Iorque, em 8 de março de 1857, onde trabalhadores reivindicavam um salário justo e redução na jornada de trabalho. Por causa do fogo, 129 mulheres trabalhadoras morreram enquanto confeccionavam um tecido da cor lilás.

 

Discutir a liberdade sindical e a participação dos trabalhadores nos seus sindicatos ganha relevância este ano, em especial em razão das mudança promovidas nas relações de trabalho através da Lei 13.467, um verdadeiro ataque que expõe o movimento sindical, os trabalhadores  e a própria lei a um retrocesso inimaginável. Este deve ser um momento de união para todas as categorias, que devem mostrar força e representatividade, denunciando essa violência que precisa ser combatida através de estratégias e luta coordenada.

 

A Diretoria

 


 

O TRABALHADOR E A REFORMA

 

Dia 1º de maio de 2018 os trabalhadores brasileiros não terão muito a comemorar. A Reforma trabalhista está causando grandes prejuízos a todas as categorias e, infelizmente, a verdade é que uma boa parte dos empregados sequer está se dando conta disso porque trabalham em condições mínimas há tempos ou porque estão desinformados.

 

O movimento sindical tenta esclarecer e reverter os prejuízos causados pela Reforma, pois, muita coisa tem que ser revogada e discutida com profundidade para que se preservem os direitos sociais do trabalho.

 

Muitos pontos da lei precisam ser modificados. Quando se perceber que o Estado continua sendo necessário nas relações de trabalho para garantir a mínima civilidade no trato contratual entre empregado e empregador, precisamos ter pronto um projeto factível para que então tenhamos uma modernização da lei trabalhista, através de uma nova CLT comprometida com o mundo do trabalho ao invés de um simples corte sumário de deveres e benefícios.

 

É fato, também que o atual governo não fará nada para viabilizar este assunto, deixando que os próximos parlamentares eleitos se mexam. Precisamos estar atentos de todas as formas para garantir que o trabalhador não será ainda mais prejudicado e as eleições terão uma importância fundamental neste cenário.

 

A Diretoria


 

NÃO VIRE ESTATÍSTICA!

 

O Abril Verde é um movimento de iniciativa popular que chama a atenção da sociedade brasileira para a adoção de uma cultura permanente de prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais. O movimento luta para marcar o mês de abril com a cor da segurança no calendário nacional.

 

A escolha do mês de abril ocorreu devido a 28 de abril ser Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho. Nesta data, no ano de 1969, ocorreu uma explosão na mina da cidade de Farmington, estado da Virgínia, nos Estados Unidos, que matou 78 trabalhadores.

 

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) também instituiu, em 2003, a data como o Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho. "Verde foi a cor escolhida por estar associada aos cursos relacionados à saúde. O símbolo é o laço verde", informa o Ministério do Trabalho.

 

Assim, durante todo o mês de abril entidades e órgãos governamentais promovem encontros, debates, palestras, seminários, mobilizações com o símbolo do laço verde e iluminação esverdeada de prédios públicos ou privados,  em referência à segurança e à saúde no trabalho.

 

Participe você também deste movimento, sensibilize, informe, cobre no trabalho, cobre dos poderes públicos para conseguir uma mudança efetiva no cenário de tantos acidentes e óbitos nos locais de trabalho. Não vire mais um número em uma estatística!

 

A Diretoria


 

O RESULTADO DO DESMONTE DO ESTADO!

 

Neste momento da historia os brasileiros sentem-se indignados pelos inúmeros escândalos e mal feitos que ocorrem no país.

 

No mês em que comemoramos o Março Mulher, o assassinato de uma militante dos direitos humanos revolta a sociedade. Não podemos desfazer esse episódio, só podemos nos solidarizar com a massa de mulheres brasileiras e fazer das palavras de nossa Central Sindical, as nossas palavras neste momento:

 

“A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e o SEAAC de Jundiaí manifestam profundo pesar pelo assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) dia 14/março, no centro da capital fluminense.

 

Marielle era protagonista de uma incansável luta contra a violência, a discriminação racial e social, pelos direitos das mulheres, dos pobres e pela igualdade de gênero. A vereadora fazia parte de um conjunto de forças progressistas do País que batalham diariamente pela igualdade de direitos das classes menos favorecidas da população.

 

Este crime bárbaro é resultado do desmonte do Estado Brasileiro, bem como da desqualificação e do desprestígio das autoridades que comandam os órgãos públicos no Rio de Janeiro e em nível federal. Esta execução sumária representa a falência do sistema político brasileiro, da segurança pública, responsáveis por deixar o povo e a sociedade reféns da barbárie, da miséria, da insegurança e do medo.

 

A CSB e seus filiados exigem rápida investigação e resolução deste crime bárbaro. A sociedade carioca e brasileira precisa de respostas rápidas do poder público, para que ainda reste uma esperança de que tragédias como esta não mais aconteçam e, acima de tudo, não representem diariamente a falência moral, social e política do Estado Brasileiro. A Central e nosso Sindicato se solidariza a todos os familiares, amigos, companheiros de jornada e partido de Marielle Franco, assim como de seu motorista, Anderson Pedro Gomes, que também foi vítima de mais uma barbárie social brasileira.”

 

Central dos Sindicatos Brasileiros

SEAAC Jundiaí e Região

 


MULHERES NA POLÍTICA

 

As mulheres estão vencendo batalhas na busca pela igualdade na representação política. Desde 2009, quando ocorreu a mudança na legislação e foi estabelecido o aumento do percentual mínimo de candidaturas do sexo feminino por partido, várias medidas foram criadas para incentivar a participação das brasileiras na vida política e partidária do país.

 

Muito mais, entretanto, ainda precisa ser feito, e claro, ser feito principalmente por elas. Desde os combates ferrenhos travados pelas mulheres para obterem o direito de voto aos esforços concentrados desenvolvidos hoje, em todo o mundo, para introduzir a cultura da igualdade de gêneros, as mulheres continuam enfrentando condições de vida muito mais difíceis e exigentes do que os homens.

 

Para poder exercer a participação democrática na politica, o meio que lhes permite ter seus interesses representados e legitimidade social elas devem ter forças para executar pelo menos três jornadas de trabalho. O trabalho doméstico, o trabalho que prove o sustento e o trabalho político. Mas, não bastasse a enorme carga, as mulheres ainda tem de lidar com o machismo, o preconceito e a discriminação.

 

A primeira consequência disto é o desinteresse pela vida pública, que muitas delas demonstram. Poucas encontram um modo de conciliar tantas obrigações. Mas quando querem, conseguem feitos memoráveis como o cargo de presidente da república ou de primeiro ministro.

 

E, não dá para negar, elas são muito boas no que fazem, tanto que uma simples pesquisa revela que 41% dos brasileiros acreditam que o mundo seria um lugar melhor se as mulheres fossem maioria no mundo político. Essa proporção é quatro vezes maior do que os que acham o contrário – ou seja, que seria pior caso houvesse maior participação do sexo feminino (9%).

 

Constatar que a sociedade brasileira necessita dar o salto qualitativo da democracia representativa para a democracia participativa e as mulheres devem atuar ativamente neste processo é bem óbvio.

Cabe a todos, homens e mulheres, ampliar as condições para que elas possam usufruir de condições justas em cada área que atuam para que também possam exercer cidadania plena, e, de quebra, ainda melhorar o mundo.

 

A Diretoria

 


 

SAMBA DO CRIOULO DOIDO RESULTA EM MINISTÉRIO DA SEGURANÇA

 

A criminalidade e violência estão sempre em pauta e este assunto está muito longe de ser resolvido. O aumento das taxas de criminalidade, da violência urbana e a falta de uma política de segurança pública eficaz têm levado os municípios a uma situação limite, de crise, de perda de controle pelas autoridades e de ameaça à vida dos cidadãos. Todas as esferas de vida na cidade são afetadas pelo clima de insegurança. A área da segurança pública mais parece um samba do crioulo doido!

 

Ora, elaborar uma política de segurança é uma tarefa complexa. Seus custos são aparentemente elevados, ela precisa ser constantemente monitorada, revisada e atualizada e seus resultados só poderão ser notados a médio e longo prazo, envolvendo ações de prevenção, policiamento preventivo, investigação criminal, formação, treinamento e instrumentalização das polícias.

 

E só isto não basta. Uma firme política penitenciária tem de ser desenvolvida em conjunto com a política de segurança, fazendo-se cumprir as regras de tratamento que deve ser dado ao preso para sua reabilitação e retorno ao convívio social. Isto vale para o detento que esteja cumprindo pena, pena alternativa, prisão provisória ou liberdade condicional, em regime fechado ou aberto.

 

Precisamos de uma vontade política muito maior para resolver problemas tão graves e complexos.  Somente com políticas integradas, isto é: política de segurança pública + política penitenciária + políticas sociais + políticas de educação + saúde + saneamento + cultura e outras destinadas a combater as desigualdades e ampliar o acesso à cidadania poderemos minimizar os impactos causados pela criminalidade em nossa sociedade.

 

É bom lembrarmos que a pauta das próximas eleições exige uma definição clara acerca do papel de nossos representantes na busca de soluções para enfrentar a crise da violência urbana.

 

A Diretoria


 

DIREITO DO TRABALHO NA ALÇA DE MIRA PARA EXTINÇÃO

 

A reforma trabalhista prevê que o empregado que entrar com uma ação na Justiça contra a empresa e perder poderá ter que arcar com as custas do processo. Além disso, a responsabilidade pelo pagamento dos honorários periciais é da parte reclamante na pretensão objeto de perícia, ainda que beneficiária da justiça gratuita, cita a lei. Uma perícia não sai por menos de R$ 1,5 mil, valor que poucos trabalhadores podem pagar. O trabalhador também terá que pagar os custos processuais se faltar em um julgamento, salvo se comprovar, no prazo de oito dias, que o não comparecimento ocorreu por um motivo legalmente justificável. Só após quitar esse valor ou se justificar, o trabalhador poderá entrar com uma nova demanda.

 

Para o governo a mudança deve ajudar a reduzir o número de ações que não tem sustentação jurídica ou pedidos de indenização exagerados, incentivando a arbitragem, um método de resolução de conflitos onde as partes definem quem vai mediar e solucionar a disputa, sem a participação do judiciário.

 

Parece interessante no papel, mas na prática trata-se de puro e simples cerceamento ao trabalhador, que na hora do desemprego, sem verbas rescisórias, quando está completamente vulnerável, é impedido de procurar a justiça, caso não tenha absoluta certeza dos resultados da ação. E então vem a pergunta, mas como o trabalhador pode ter certeza de um resultado favorável, mesmo estando coberto de razão?

 

Tem sido comum no noticiário, desde novembro, ver títulos que informam que o trabalhador é condenado a pagar custas e indenizações. Na verdade tem sido comum ver inúmeros títulos que informam que a violação aos direitos dos trabalhadores se intensificou.

 

A verdade é que o direito do trabalho, único abrigo que se interpunha entre o poder do capital e o trabalhador está na alça de mira de extinção dos poderosos de plantão.

 

Ah... a maioria daqueles que votaram a favor da Reforma serão candidatos nas próximas eleições.

 


 

SURTO DE FEBRE AMARELA

 

O aumento do número de casos de febre amarela no Estado de São Paulo levou a uma corrida aos postos de saúde, com filas enormes e gente dormindo na calçada, esperando para ser vacinado. Não se fala de outra coisa nos grupos de WhatsApp, redes sociais ou dentro dos elevadores: todos querem saber onde tomar a vacina.

 

Como estratégia emergencial, o Governo federal determinou que a população de municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, onde a vacinação contra a febre amarela não era habitual, receberão doses fracionadas (o equivalente a um quinto da dose normal).

 

A estratégia já adotada em países africanos e apoiada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) raciona a quantidade de imunizações existentes no país e, segundo o ministério, dá proteção contra a doença por até oito anos, enquanto a dose habitual dura para toda a vida.

Especialistas disseram que as chances de uma epidemia como essa são muito pequenas, mas não estão descartadas e o país não está preparado, pois sua rede de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), médicos e capacidade de realização de exames já estão saturados.

 

Assim, mais uma vez a população se vê refém da incompetência e mal gerenciamento de seus representantes, que poderiam ter evitado esse surto que estamos vivenciando, através de um mapeamento adequado da doença e o início mais cedo da atual campanha, que ainda vai dar muito o que falar.

 

Em outubro haverá eleições. Fique esperto!

 

A Diretoria

 


 

SALÁRIO MÍNIMO É ACINTE À DIGNIDADE DO TRABALHADOR

 

Conforme decreto assinado pelo excelentíssimo senhor presidente da república o salário mínimo 2018 será de R$ 954. O reajuste, que vale a partir de 1º de janeiro, foi de 1,81% em relação ao valor anterior de R$ 937.

 

O reajuste é R$ 11 menor do que o previsto inicialmente no orçamento de 2018, aprovado no Congresso no valor de R$ 965. No decreto, o governo salienta que o valor diário mínimo pago ao trabalhador brasileiro será de R$ 31,80 e a hora trabalhada ficará cotada em R$ 4,34.

 

O reajuste de 1,81% no valor do salário mínimo para o ano de 2018, de R$ 937 para R$ 954, é o menor desde o Plano Real, ou seja, em 24 anos.  Um acinte em um país que nosso políticos tornaram vergonhoso.

 

Cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo, entre aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal. Com o salário mínimo menor, portanto, o governo economizará nas despesas com o pagamento desses benefícios.

 

Levando-se em conta que o salário suficiente para sustentar uma família de quatro pessoas em novembro de 2017 deveria ser de R$ 3.754,16, isto é um acinte ao trabalhador e aos aposentados, mais uma pouca vergonha dos políticos que depois de eleitos entregam os eleitores ao “Deus dará”.

 

SÓ PARA LEMBRAR, ESTE É UM ANO DE ELEIÇÕES!

 

A Diretoria


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