Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

Informações  e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Jundiaí e Região - SEAAC JUNDIAÍ


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AO PÉ DA ORELHA

 

DEZEMBRO

 

Não tem jeito quando dezembro chega, tudo muda, as pessoas entram em outro ritmo. São as férias escolares, as confraternizações de fim de ano, o Natal, celebração importante que reúne a família.

 

Dezembro é o mês mais festivo e talvez o mais importante do ano; é quando instintivamente olhamos o que fizemos ou deixamos de realizar, fazemos planos para o ano vindouro, a lista do que pretendemos realizar nos próximos 365 dias e... decidimos se foi ou não um ano bom.

 

Dezembro também comemora datas significativas, como o 1° de dezembro, instituído o Dia Mundial de Combate à Aids, que serve para reforçar o combate a discriminação e pregar a tolerância, compaixão solidariedade para com as pessoas infectadas com o vírus HIV. Dia 3 comemoramos o Dia Internacional do Portador de Deficiência, dia 8 o Dia da Família e da Justiça, dia 10 a Declaração Universal Direitos Humanos, dia 22 o início do verão, dia 25 o Natal, dia 26 o Dia da Lembrança e dia 31 o Reveillon marcando a passagem de ano. Afinal, lutar por cidadania e melhor qualidade de vida é obrigação de todos.

 

Este dezembro, especialmente, o país está agitadíssimo. Basta ver os noticiários e logo percebemos estampados nas manchetes os retratos dos cenários políticos, econômicos e ambientais. E com todas essas situações nada confortáveis, temos que abusar da nossa criatividade para renovar as esperanças de dias melhores. Mas, aproveitar esse clima para provocar mudanças é mesmo uma antiga forma de dar um rumo novo à vida.

 

Assim sendo, não se preocupe demais, não se deixe dominar pelo medo, não guarde rancor, enfrente um problema de cada vez, não leve os problemas para a cama, não compre os problemas do outros, não se preocupe com o passado, seja bom ouvinte, não se deixe abater, contabilize as coisas boas e não esqueça das pequenas, pois, coisas boas pequenas fazem um enorme coisa boa! E por fim, tenha em mente que para obter algo que você nunca teve, é preciso fazer algo que você nunca fez!

 

Que você tenha um mês de dezembro magnífico!

 

A Diretoria


 

AIDS: saber e tratar aumenta a expectativa e qualidade de vida!

 

Dados dos Boletins Epidemiológicos do Ministério da Saúde apontam que a mortalidade por aids no Brasil tem taxas estáveis, mas extremamente altas, demonstrando que a doença, ainda hoje, revela-se como um importante problema de saúde pública no país. Dentre as causas que contribuem para este cenário encontra-se o diagnóstico tardio. Uma parcela muito alta da população descobre tardiamente o vírus, quando já está doente ou com o sistema imunológico muito debilitado.

 

Saber do contágio pelo HIV precocemente aumenta a expectativa de vida do soropositivo. Quem busca tratamento especializado no tempo certo e segue as recomendações do médico ganha em qualidade de vida. Além disso, as mães soropositivas têm 99% de chance de terem filhos sem o HIV se seguirem o tratamento recomendado durante o pré-natal, parto e pós-parto.

 

Para diminuir a taxa de mortalidade é preciso começar o tratamento com condições favoráveis e o diagnóstico precoce é um grande desafio. O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue, através de exame laboratorial. No Brasil temos também os testes rápidos desenvolvidos pela Fiocruz que utiliza fluido extraído da gengiva e da mucosa da bochecha com o auxílio da uma haste coletora, mas é bom lembrar que o vírus da aids não é transmitido pela saliva. Para saber mais sobre o Projeto Viva Melhor Sabendo acesse o site do Ministério da Saúde, www.saude.gov.brEsses testes são realizados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), nas unidades da rede pública e nos Centros de Testagem e Aconselhamento - CTA.

 

Prevenir ainda é o melhor remédio, mas tratar a tempo faz uma diferença enorme. Cuide-se!

 

A Diretoria


 

NOVEMBRO AZUL CONVOCA HOMENS A CUIDAR MELHOR DA SAÚDE

 

O mês de novembro é internacionalmente dedicado às ações relacionadas ao câncer de próstata e à saúde do homem. O mês foi escolhido pois o dia 17 é o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata.

 

Por isso, sempre é bom lembrar que o câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o de maior incidência nos homens. As taxas da manifestação da doença são cerca de seis vezes maiores nos países desenvolvidos.

 

Cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem em homens com mais de 65 anos. Quando diagnosticado e tratado no início, tem os riscos de mortalidade reduzidos. No Brasil, é a quarta causa de morte por câncer e corresponde a 6% do total de óbitos por este grupo.

 

Infelizmente, a prevenção e o diagnóstico precoce das doenças que mais afetam os homens no Brasil ainda esbarram no preconceito masculino que impede que eles procurem um médico com regularidade, como costumam fazer as mulheres, além de não administrar adequadamente seu corpo.

 

Cuidar do estilo de vida é fator fundamental na prevenção do câncer de próstata. A recomendação dos especialistas é evitar alimentos ricos em gordura animal, optando por refeições saudáveis, ricas em frutas, legumes e verduras; evitar o consumo de bebidas alcoólicas e o tabagismo, além de combater a obesidade – fatores de risco relacionados aos principais tipos de tumores que afetam os brasileiros. A prática regular de atividade física é outra aliada na prevenção desse tipo de câncer.

 

Respeite seu corpo, cuide de você!

 

A Diretoria


 

37 ANOS TRABALHANDO PARA VOCÊ!

 

Esperança é um sentimento inerente a todos os seres humanos que lutam diariamente para conquistar novas realizações. Ao completar mais um ano da fundação de nosso Sindicato temos a certeza de que o balanço de conquistas deixa um saldo positivo para os trabalhadores.

 

Durante décadas, com muita garra e empenho, este sindicato tem procurado cumprir sua missão, levando avante projetos que trazem a sustentação da categoria e aceitando o desafio de fazer mais e melhor, respondendo positivamente aos anseios de seus representados.  

 

Este ano completamos 37 anos e como entidade sindical,  sabemos da necessidade de participar ativamente da sociedade, por isso, ampliamos nosso olhar, defendemos políticas públicas adequadas em todas as áreas, participamos da construção de uma lógica social na qual nossas conquistas tenham de fato eficácia e possamos contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e equalitária.

 

O Sindicato não mede esforços para oferecer apoio à base, visitando empresas e prestando valioso serviço de orientação aos trabalhadores diretamente ou através da internet ou telefone.  O trabalhador encontra esclarecimentos sobre os assuntos do trabalho, orientação jurídica, parcerias com diversos estabelecimentos que proporcionam descontos em medicamentos, serviços de saúde, dentistas, universidades, cursos, escolas, salão de beleza, academias, agências de viagens etc. A entidade, procura sempre adaptar-se às exigências do momento, não medindo esforços para unir, encaminhar, esclarecer e conquistar novos benefícios para toda categoria.  

 

Trabalhador, Sindicato forte se faz com uma categoria unida e significa direitos respeitados, mais benefícios, salários maiores, melhor qualidade de vida. Venha somar sua força ao SEAAC Jundiaí.

 

A Diretoria


 

O RESPEITO AO IDOSO

 

A população idosa vem crescendo no país devido ao aumento da expectativa de vida e o processo de envelhecimento da população brasileira está impactando o mercado de trabalho nas últimas décadas.  

Ora, num país que tem enorme dificuldade para criar novos postos de trabalho falar de participação do idoso no mercado parece uma heresia. Mas a verdade é que muitas vezes a luta pela obtenção da renda necessária para a família não pode dispensar o trabalho dos idosos. E se a expectativa de vida está crescendo por que não contar com aqueles mais experientes e saudáveis que ainda tem condições para contribuir.

 

Hoje, muitos idosos permanecem no mercado de trabalho por questões pessoais ou financeiras. Os idosos estão cada vez mais economicamente ativos e podem contribuir positivamente para as organizações através de seu capital intelectual.

 

Mas ainda existe um outro lado nesta questão: a dos idosos que simplesmente não conseguem sobreviver apenas com os proventos da aposentadoria e são obrigados a trabalhar, mesmo em situação de fragilidade; uma camada desamparada da sociedade, que se aposenta como trabalhador assalariado. Estes idosos já produziram o máximo de sua capacidade e deveriam ter todo o amparo da sociedade com direito a lazer, moradia, alimentação, transporte etc. Ao se aposentar, entretanto, sabem que não vão poder deixar de trabalhar, se desejam sobreviver com um mínimo de dignidade.

 

Num país assolado pela corrupção que drena os cofres públicos, em especial os da previdência, o envelhecimento da população preocupa o governo apenas porque significa pressão maior sobre o sistema de seguridade social. Pressão que poderia ser amena e controlada sem medidas que impactam negativamente os proventos, se não houvesse tanto desvio de dinheiro.

 

O descaso da classe política com os idosos é acintoso, lembrando que nossos congressistas se aposentam após 8 anos de mandato. Ao invés de tanto arrochar, deveriam votar leis que cerceassem a corrupção, deixando fluir os recursos necessários para um programa específico de amparo ao idoso, que contemple uma aposentadoria digna sem fatores redutores, assistência médica diferenciada, acompanhamento social na falta de família e outras ações que possam melhorar a qualidade de vida daquele brasileiro que já deu muito de si à construção do país.

 

A Diretoria


 

RECADO DAS RUAS

 

Em meio ao descrédito e a crise o governo federal anunciou dia 14/9 um bloqueio adicional de gastos no orçamento de 2016 no valor de R$ 26 bilhões. Além disso, o governo também anunciou uma nova rodada da alta de tributos, com a proposta de retorno da CPMF (vergonha, vergonha!).

 

A CPMF, segundo os cálculos divulgados pelo governo, vai ser responsável por metade do ajuste nas contas públicas anunciado nesta segunda-feira para o ano de 2016, que é de R$ 64,9 bilhões. "O objetivo é que a CPMF não dure mais do que quatro anos", disse o ministro da Fazenda, Joaquim Levy (me engana que eu gosto!).

 

Também foi anunciado que haverá redução de ministérios e cargos de confiança, gerando uma redução de gastos de R$ 200 milhões. Esses cortes, no entanto, não foram detalhados (para que, afinal quem vai acabar com auxílio moradia, auxílio paletó, seguranças, cartão corporativo e mais uma infinidade de verbas imorais?).

 

Ora, mais uma vez o governo mostra não estar disposto à fazer qualquer sacrifício e coloca a “conta de seu desgoverno” nas mãos do trabalhador. Assim, quando todos esperavam cortes em projetos ineficientes, enxugamento da máquina, gastos estruturais controlados e com medidas para reaquecimento da economia, é proposto um pacote que tende a agravar a recessão e, sobretudo, aprofundar a crise política. Dizem que o Congresso Nacional não aprovará CPMF e outras propostas (será?).

 

Só não vê quem não quer. O “governo do trabalhador”, eleito pelo povo, continua servindo a elite que há 500 anos se arrepia ao ouvir o termo ajuste fiscal. Assim, não ouvimos nem uma palavra sobre o fim da isenção na distribuição de lucros e dividendos; nada sobre a progressividade na tributação das heranças ou taxação de grandes fortunas. Nem um sussurro sobre a tributação de IPVA sobre iates, lanchas, jatinhos e helicópteros ( e por aí vai...).

 

Parece que o governo está precisando com urgência de outro “recado das ruas”.

 

A Diretoria

 


 

VALORES DO BRASILEIRO

 

Pesquisa realizada pela ONU no país informa que o bem-estar das pessoas que estão perto da gente é o principal valor dos brasileiros. Depois vem o bem-estar da humanidade e da natureza; em seguida a segurança e a autodeterminação. O interesse pelo poder aparece em último lugar em uma lista de dez itens, onde os brasileiros mostram como se vêem.

 

Dinheiro não é o valor mais importante para os jovens; antes dele estão família, saúde, trabalho e estudo, principais preocupações desta parcela da população (perfil traçado pelo Datafolha junto a jovens de 16 a 25 anos).

 

Mesmo que isso não o surpreenda, já que a cordialidade do brasileiro no jeito para lidar com a vida é notória, o que surpreende é que estes valores estejam à frente da busca pelo poder, que ficou em último lugar na lista de valores.

 

Interessante não? Principalmente quando olhamos para um grande número de brasileiros corruptos que enxovalha a sociedade, fornecendo péssimos exemplos de corrupção, espionagem, bandalheira, falta de caráter, tudo para amealhar dinheiro e poder. Não sentem o menor pudor em subtrair de quem pouco tem, estabelecendo quadrilhas especializadas no roubo dos valores públicos.

 

Infelizmente, nós os brasileiros comuns temos nossa pequena parcela de culpa neste “status quo”. Não basta que nos sintamos indignados quando as maracutaias são expostas pela mídia. Não basta sermos pessoas preocupadas e desejosas de bons valores, se não dispusermos de vontade para aplicar estes valores através de pequenas atitudes diárias, que somadas e ampliadas por outros, vão se refletir na sociedade e na política.

 

A corrupção deve começar a ser combatida, na “cervejinha do guarda”.

 

A Diretoria


 

A ETERNA CRISE BRASILERA

 

Sempre estamos em crise. Esperando pela crise ou passando pela crise. O ano de 2015 não está sendo nada fácil para os brasileiros e não precisa ser economista para entender o cenário econômico nacional. Crise econômica, crise hídrica, crise energética. A inflação está alta, o dólar disparou, o crédito diminuiu, todas as necessidades básicas aumentaram além do previsto, os salários perderam o poder de compra, o nível de emprego baixou.

 

Fica claro que a política econômica do governo sofre de uma falta total de planejamento estratégico de longo prazo, utilizando a política do “tapa buraco”, ou seja, reagindo conforme os fatos acontecem.

 

Para piorar, falta credibilidade com escândalos se acumulando e a impunidade correndo solta, o que deixa o futuro próximo nebuloso, haja vista que os brasileiros estão tomando as ruas para protestar e pedir o “impeachment” da presidente.

 

Afinal, não é justo que o cidadão, trabalhador, pague a conta dessa crise de tão grandes proporções e desdobramentos, correndo o risco de perder direitos trabalhistas já conquistados; além de sofrer as consequências, por exemplo, de falta de investimento em infraestrutura para prover o abastecimento de água e energia.

 

Como enfrentar esse desafio, colocando o país no trilho certo? Depende exclusivamente do governo, que segundo análises e estatísticas não fez a lição de casa.

 

O pessimismo é grande em nosso país, mas não está tudo perdido. É preciso que o governo acorde, coloque o pé no chão e cumpra com suas obrigações, gastando somente o que arrecada e distribuindo equanimemente o que pode gastar. Não é tão difícil assim.

 

A Diretoria


 

CORAÇÃO AZUL

 

O Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas é 30 de julho. A campanha Coração Azul é uma iniciativa global das Nações Unidas, que tem a adesão de diversas entidades brasileiras. O objetivo é conscientizar a população para lutar contra o tráfico de pessoas e chamar a atenção para os impactos desse tipo de crime hediondo.

 

O Coração Azul representa a tristeza das vítimas do tráfico de pessoas e nos remete à insensibilidade daqueles que compram e vendem outros seres humanos. O uso da cor azul das Nações Unidas também demonstra o compromisso da Organização com a luta contra esse crime, que atenta contra a dignidade humana.

 

O objetivo da campanha é ampliar o conhecimento e mobilização da sociedade, das instituições públicas e privadas, e das redes para o enfrentamento ao tráfico de pessoas; ampliar a participação da sociedade civil e indivíduos; divulgar e dar visibilidade às ações nacionais desenvolvidas para o enfrentamento ao tráfico de pessoas; disseminar o tema nas redes sociais; fazer com que a Campanha Coração Azul seja vista como uma plataforma global para a prevenção e enfrentamento ao tráfico de pessoas, com foco na comunicação e informação.

 

E, apesar desta ser a era da informação instantânea muitas pessoas não acreditam que o tráfico de pessoas exista e muito menos que este crime possa acontecer com alguém de sua família. Entretanto, não há país no mundo livre do tráfico de pessoas, crime terrível que viola diretamente os mais fundamentais direitos humanos e fatura bilhões.

 

O medo de denunciar é um grande aliado dos traficantes que se soma à corrupção, falta de leis duras, falta de recursos da polícia, baixos riscos e altos lucros. Não podemos deixar que isto se torne uma estória corriqueira. É dever do Estado e da sociedade adotar uma postura intransigente e determinada para enfrentar o tráfico de pessoas.

 

Faça aquilo que estiver a seu alcance para combater esta prática. Passar informações, esclarecer, já um começo. E se for o caso, enfrente o medo, denuncie, basta ligar para o "Disque 100" ou Disque 180.

 


 

MP 680 PROTEGE O EMPREGADOR

 

A MP 680 institui o que denomina “Programa de Proteção ao Emprego”, segundo o governo, com o intuito de evitar demissões sumárias ou unilaterais neste momento de crise (estamos sempre vivendo um momento de crise!), permitindo a proteção do emprego mediante negociação, ainda que com redução momentânea da jornada e do salário.

 

Uma olhada mais detalhada na tal MP mostra que, na realidade, a medida autoriza redução de jornada com redução de salário e repassa ao Estado (gastão) a conta dos empresários. Os trabalhadores, cuja jornada e o salário forem reduzidos, receberão uma complementação de renda através do FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador. Por outro lado, é bom lembrar que a contribuição para o INSS e FGTS do empregado incidirá sobre o salário complementado, ou seja, sobre 85% do salário original, reduzindo o patrimônio do fundo de garantia e prejudicando o cálculo da aposentadoria.

 

A realidade, portanto, é que a MP 680 não protege o emprego, nem tampouco o empregado, protege o empregador, patrocinado pela forte bancada empresarial, cujo objetivo é tornar o programa permanente e abrangente ao total de relações de trabalho. Como se já não existissem saídas suficientes e até abusivas para favorecer a recuperação das empresas.

 

Fica claro que a MP 680 é mais uma concessão de um governo que se diz dos trabalhadores, mas é comandado pelo capital, que compõe o executivo, legislativo e judiciário (tem presidente classe D? deputado classe D? juiz classe D?)

 

A Diretoria


 

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

 

Hoje o sindicalismo tem um papel crescente na sociedade, um papel social e mais solidário, integrado à cidadania, envolvido com a categoria e com a comunidade. Um sindicalismo cidadão, que representa os trabalhadores e que é ao mesmo tempo movimento social, que dê conta dos desafios do capitalismo. O sindicalismo de hoje precisa integrar trabalho com meio ambiente, educação, feminismo, cultura, bem-estar, juventude, terceira idade.

 

São muitos os desafios e um deles diz respeito à qualificação profissional. Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, todo profissional precisa estar preparado para os desafios constantes e com respostas rápidas às necessidades dos empregadores. O mercado de trabalho busca profissionais não apenas com habilidades técnicas, mas também com habilidades humanas e conceituais.

 

Nesta realidade a qualificação profissional assume um aspecto importante na vida do movimento sindical, como instrumento que facilita a obtenção de um emprego. O movimento busca uma política de formação profissional para os trabalhadores, que possa antecipar-se ao desemprego. Neste sentido é fundamental uma legislação que defina o papel do Estado e das empresas, no que diz respeito aos recursos para capacitação profissional, definição adequada de um projeto nacional de desenvolvimento que garanta níveis educacionais à sociedade e adequação dos conteúdos programáticos definidos com a participação dos sindicatos profissionais. Como ator de maior peso neste cenário, o governo deve ser eficiente em seu papel de educador, fortalecer as relações de trabalho e exercer seu papel normativo e regulamentador nestas relações.

 

A Diretoria

 


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