Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

Informações  e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Jundiaí e Região - SEAAC JUNDIAÍ


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AO PÉ DA ORELHA

 

MENSAGEM PARA VOCÊ!

 

Encerramos mais um ano e todos os compromissos assumidos com a nossa categoria foram cumpridos. Agora, vamos iniciar um novo ano, com o voto de confiança de cada trabalhador de nossa região.

 

Por isso, a diretoria do SEAAC renova  seus compromissos em defesa do trabalho e cidadania, desejando que o 2009 possa ser para todos nós o ano da concretização dos sonhos.

 

Um ano cheio de saúde, fé, amor, muita esperança e prosperidade. Juntos podemos transformar não só o nosso espaço, mas o mundo... e se somos sonhadores, certamente não estamos sozinhos, pois, todos os trabalhadores sonham com dias melhores para nosso país. Juntos vamos concretizar esse sonho coletivo!

 

Assim, aproveitamos esta oportunidade para renovar votos felicidade, de paz, de amor e de esperança a todos os trabalhadores de todas as categorias profissionais que representamos, com orgulho e honra. Desejamos que 2009 traga muitas realizações!

 

A Diretoria


 

A MARCHA IGNORADA!

 

As palavras de João Guilherme Vargas Neto traduzem exatamente o gostaríamos de dizer e informar aos trabalhadores de nossas categorias.

 

"Viva a 5ª Marcha

João Guilherme Vargas Netto

 

Pode parecer repetitivo, mas não é. Por uma razão muito simples: não se é repetitivo quando se fala pouco ou quando quase ninguém fala. Ao repassar as páginas dos jornalões ou rememorar as notícias de rádio e de televisão todos terão dificuldades em descobrir menções (quando existem) à poderosa 5ª Marcha dos Trabalhadores, em Brasília, dia 3 de dezembro.

 

Aqui e ali aparecem tímidos registros, fotos e cenas espremidas que não dão conta (não informam ao leitor, ouvinte ou espectador) da pujança da manifestação, da pertinência das reivindicações, da unidade dos participantes, da força, em suma, do movimento sindical dos trabalhadores.

 

Por isso é preciso noticiar com ênfase, repetitivamente, em toda a rede de comunicação sindical o sucesso da 5ª Marcha, organizada pelas seis centrais sindicais e pelo movimento sindical do Brasil inteiro e que conseguiu agrupar mais de 35 mil manifestantes entusiasmados. (...)

 

Para enfrentar a crise, garantir empregos e desenvolvimento, os trabalhadores apresentam o "mapa da mina" dos 18 pontos estabelecidos em comum, muitos dos quais já começam a ser adotados, melhorando as condições de resistência à crise e superação dos seus efeitos.  Um exemplo forte é a ampliação das parcelas do seguro desemprego (de cinco para sete), para atender as vítimas em Santa Catarina. A reivindicação é justa e pôde ser atendida com presteza.

 

Quando um fato é grandioso e importante até mesmo a tragédia confirma seu valor. Os dois companheiros mortos e os 19 feridos no acidente do ônibus que trazia participantes para a 5ª Marcha desde o Maranhão demonstra o comovente esforço de milhares e milhares de trabalhadores e ativistas sindicais de todo o Brasil para se fazerem presentes em Brasília e afirmarem suas posições.  A luta dos trabalhadores cobra, às vezes, estes sacrifícios funestos. Glória eterna aos batalhadores mortos e acidentados e pêsames aos seus familiares. (...)"

 

A Diretoria


 

MARCHA DE TRABALHADORES

 

“No último qüinqüênio, o Brasil registrou a melhor trajetória de desenvolvimento dos últimos trinta anos. São cinco anos de crescimento num patamar muito superior ao das décadas recentes, com positivo impacto na geração de emprego e elevação dos salários médios, rendimentos reais e da massa salarial da população que trabalha. 

 

Nesse período, um conjunto de políticas que estão sendo implementadas pelo governo federal vêm reforçando a elevação dos rendimentos da base da pirâmide de renda. Destacam-se, entre outras, a política de valorização do salário mínimo negociada com as Centrais Sindicais, a de transferência de renda do Bolsa Família, as de emprego e renda, o fim das privatizações, o avanço do crédito em geral e do crédito consignado em particular, o incentivo à agricultura familiar e o investimento público em infra-estrutura...

 

Esta é a introdução de um documento que a CGTB e demais centrais sindicais brasileiras estarão entregando ao presidente Lula, dia 3 de dezembro, durante a 5ª Marcha de Trabalhadores, cujo tema deste ano é "Desenvolvimento e Valorização do Trabalho".  Infelizmente, a recente crise econômica mundial pode colocar a perder todos os avanços que os trabalhadores conquistaram neste período.

 

Por isso, a classe trabalhadora, mais uma vez se unifica e vai pelo quinto ano seguido rumo a Brasília reivindicar medidas de combate à crise, como a redução dos juros e o aumento dos investimentos nas áreas sociais e de infra-estrutura, garantindo emprego, salário e direitos.

 

Todas as centrais estão empenhadas em mobilizar os sindicatos, levando o maior número possível de trabalhadoras e trabalhadores para a marcha, reafirmando a força e a história de lutas do movimento sindical, que nos últimos anos tem conseguido expressivas conquistas.

 

Sabemos que para obter sucesso em todas estas pautas reivindicadas pela classe trabalhadora será fundamental que o governo se comprometa com um outro modelo de desenvolvimento que seja, de fato, SOCIAL e econômico. Temos plena convicção de que os trabalhadores vão conseguir esta vitória que nasce e cresce dos sonhos que cultivamos, sendo conquistada por cada um de nós, a cada dia, em todos os lugares. Venha participar conosco da marcha!

 

A Diretoria


 

Homens pelo fim da violência contra as Mulheres

 

A campanha mundial "Unite to End Violence Against Women" tem como objetivo mobilizar a opinião pública e os órgãos de decisão em nível mundial para o enfrentamento da violência contra a mulher. Deve durar até 2015 e coincide com a execução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

 

No Brasil a campanha “Homens unidos pelo fim da violência contra as Mulheres”, foi lançada no dia 31 de outubro, pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), órgão do governo federal, com a disponibilização do site www.homenspelofimdaviolencia.com.br, no qual devem ser feitas as adesões.

 

Ao aderirem à campanha, por meio da assinaturas no site, os homens se comprometem publicamente a contribuir pela implementação integral da Lei Maria da Penha e pela efetivação de políticas públicas que visam o fim da violência contra as mulheres. As assinaturas serão incorporadas à ação mundial.

 

Esta é a primeira vez que uma campanha nacional relativa à violência de gênero tem o foco nos homens. A justificativa para isso é que a violência contra a mulher é um fenômeno que atinge toda a sociedade, sendo o homem, quase sempre, o principal agressor.

 

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), de 2005, revelam que a violência contra a mulher é responsável por índices expressivos de absenteísmo ao trabalho, pelo crescimento da Aids entre a população feminina e pelo baixo aproveitamento escolar de crianças que a presenciam. 

 

Nunca é demais lembrar que no Brasil, uma mulher é espancada a cada 15 segundos. É o que revela a pesquisa, de 2001, da Fundação Perseu Abramo. Dados da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 - mostram que, de janeiro a junho deste ano, foram registrados 121.891 atendimentos - um aumento de 107,9% em relação ao mesmo período de 2007 (58.417). De janeiro a setembro de 2008, foram registradas 134 denúncias de cárcere privado, o que significa um crescimento de 91,4% em relação a mesma época de 2007 (70 denúncias).

 

Acabar com esta chaga depende de cada um de nós. Não se omita, participe!

 

A Diretoria


 

QUESTÃO DE TEMPO...

 

As mulheres têm um papel importante tanto na sociedade civil, quanto nos governos. Pode-se dizer que a realidade feminina hoje é melhor do que há 50, cem anos. Mas ainda há motivos para fazer manifestações nas datas dedicadas aos problemas que afligem as mulheres. Estas datas servem como um sinalizador que nos lembra que muito ainda há por fazer para erradicar tantos males que infestam nossa sociedade.

 

25 de outubro é o Dia Internacional contra a Exploração da Mulher. Sabemos que muitas mulheres no mundo e em nossos bairros estão sendo exploradas. É o marido no lar, o patrão na empresa, o preconceito no trânsito, no salário, no comércio. Há diversos tipos de exploração: cultural, social, sexual. Precisamos de um basta a essa situação. E para isso acontecer, é  preciso mobilizarmos a sociedade.

 

Precisamos, principalmente, aumentar o número de mulheres organizadas, engajadas na política, que conhecem seu potencial, sua força, sua capacidade. Mulheres que enfrentam a vida e a morte, educam com seu exemplo, superam o medo, as ameaças, a violência... mulheres que não fogem da luta, capazes de executar com sucesso qualquer tarefa que se disponham a fazer .

 

As mulheres que lutam pela igualdade não têm dúvidas de que acabarão alcançando seu objetivo. Trata-se apenas de uma questão de tempo a sociedade brasileira deixar de lado seus valores ultrapassados e conservadores e passar a valorizar e aceitar a mulher no mercado de trabalho pela sua competência, responsabilidade, inteligência, dedicação e luta.

 

A diretoria


 

Inclusão digital do idoso

 

Ao longo dos últimos anos, a população de idosos - pessoas com idade  acima de 60 anos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) - apresentou um crescimento significativo em todo o mundo. Hoje a maioria dos idosos goza de boas condições física e psíquica, além de ter capacidade para assimilar novos conhecimentos e transpor desafios, como aprender a usar o computador e a internet, por exemplo.

 

Por isso, é cada vez maior o número de pessoas da terceira idade que superam a dificuldade de lidar com novas tecnologias e ligam um computador. Uma boa parcela dos idosos de Jundiaí já incorporou o uso da internet em seu cotidiano, e embora muitos ainda tenham dificuldades, estão dispostos a superá-las. Para auxiliá-los nada melhor que as aulas semanais de informática oferecidas pelo Centro de Educação e Lazer para Melhor Idade - Celmi para pessoas entre 40 e 70 anos, muito procuradas por um número crescente de idosos.

 

Está muito claro que a utilização destas ferramentas torna-se uma relevante forma de inserção social e de expansão do círculo social e profissional das pessoas mais vividas, proporcionando  alterações comportamentais desta faixa etária, que ainda mantém o desejo de aprender novas habilidades e através delas melhorar sua qualidade de vida.

 

A Diretoria


TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

 

Hoje vivemos em um mundo muito diferente do mundo de nossos pais, que se remodela diariamente. E se o mundo atual nos reserva desafios individuais, isso também acontece aos grupos organizados, cujas atividades transcorrem e se desenvolvem dentro de contextos políticos, jurídicos, econômicos e sociais totalmente diversos daqueles em que se vivia há poucas décadas atrás. E isto vale para qualquer entidade sindical.

 

Muitos sindicalistas já tomaram consciência da importância da comunicação como ferramenta de luta e trabalho para a ação sindical; uma ferramenta que também vem se transformando a cada dia, através da tecnologia, o que nos leva diretamente  à “tecnologia da informação”. Vai se dar bem quem dominar esse “bicho”, uma vez que  a tecnologia da informação tem um potencial enorme, tratando-se da gestão do conhecimento, da condução dos processos de decisão e suas conseqüências. Para o movimento sindical, dominar a tecnologia da informação significa entrar na disputa pela condução da democratização do país, hoje e amanhã.

 

E, para dominar a tecnologia da informação não basta instalar computadores e periféricos que vão organizar e agilizar as tarefas diárias ou plugar-se na banda larga, para trocar emails,  ler as notícias e ter um “site” na net. Computadores não sabem pensar, selecionar através da razão e decidir a melhor ação. Eles são capazes apenas de reunir as informações, distribuí-las, formar redes que incentivam a articulação de pessoas para a troca de experiências, nós decidimos o que é relevante para nossos interesses.

 

É aí que está o pulo do gato: cabe aos dirigentes sindicais tirar partido deste ferramental, aumentando seu conhecimento através das informações necessárias à condução das ações que precisam realizar e influenciando o comportamento dos trabalhadores através da distribuição de informação que esclareça e eduque.  O movimento sindical precisa utilizar todos os recursos que a tecnologia oferece para a comunicação e interação com os trabalhadores e a sociedade. Isto é fazer uso da tecnologia da informação, uma via de duas mãos. E olhe que a tecnologia da informação não se limita à utilização da net, afinal não existe na lei ou na Constituição nenhum dispositivo que proíba o movimento sindical de ter um canal de TV aberto!

 

A Diretoria

 


 

Mulheres e Crianças: mão de obra barata

 

Dia 23 de setembro é mais uma oportunidade para refletirmos sobre um assunto de extrema gravidade, infelizmente entre outros tantos que afligem os brasileiros. É o Dia Internacional de Luta contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.

 

O tráfico de pessoas é impulsionado por uma demanda de mulheres e crianças na industria sexual, alimentada por uma oferta de jovens que não tem acesso à cidadania, ficando sem direitos e oportunidades de educação e progresso econômico, situação propícia aos traficantes que exploraram o infortúnio humano, com tranqüilidade e praticamente sem punição.

 

A maioria das aliciadas é composta por afro descendente, de classes populares, com baixa escolaridade. São jovens que vivem nas periferias das cidades, exercem trabalho informal sem qualquer garantia e já sofreram algum tipo de violência social ou sexual. São mulheres e crianças marginalizadas, muitas vezes obrigadas a aceitar essa situação para sobreviver.

 

Interessante é saber que a respeito desse assunto, o Brasil é signatário de várias medidas protetivas como: a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças; Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), Protocolo para Prevenir, Reprimir e Punir o Tráfico de Pessoas, especialmente de Mulheres e Crianças, relativo à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional e outros mais. Apesar disso, entretanto, o problema  resiste e a solução parece estar ainda muito longe.

 

Assim, só resta concluir que as ações empreendidas pelos poderes constituídos não está sendo suficiente para  coibir esse tipo de crime e que o país precisa impor a aplicação das leis, com uma fiscalização mais enérgica, uma vez que as recomendações existentes nos protocolos assinados devem apresentar resultados, se efetivamente aplicadas. Só assim as mulheres e crianças brasileiras deixarão de ser consideradas mão-de-obra barata para os agenciadores do tráfico internacional.

 

A Diretoria

 


 

JUNDIAÍ RUMO AO DESENVOLVIMENTO

 

A economia de Jundiaí atravessa um bom momento. Dados divulgados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico apontam para um recorde de abertura de empresas na cidade neste início de ano. Apenas no primeiro trimestre do ano foram 691, ou seja uma média de 230 novas empresas abertas por mês entre os segmentos de serviços, comércio e indústria.

 

Estas novas  empresas têm gerado empregos na indústria, serviços e comércio. Entre as grandes que vieram para Jundiaí nos últimos anos estão Coca-Cola, Pepsi, depósito das Casas Bahia (o maior da América Latina), Sara Lee, CBA Palate, Destro Atacadista, Softway Logística, Bosch Siemens Continental, Renault Nissan, National Química, Brasif, Atmosfera, Pró Inox, Hotel Intercity, Neurograff, Extra Hipermercados, Assaí e muitas outras.

Paralelamente, as empresas já instaladas têm feito modernizações e ampliações de suas atividades, contribuindo igualmente para o desenvolvimento econômico municipal. Entre essas, destacam-se Sadia S.A., Recall, IBG, Suzer, Neumayer Tekfor, TNT Logistics, TAM, Takaka Petri, Castelo Alimentos, Siemens e Deca.

A administração municipal tem desenvolvido diversos projetos para estimular os investimentos na cidade, que possui hoje seis zonas industriais e dois distritos com completa infra-estrutura. Um deles é a incubadora de empresas, mantida por meio de convênios com a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), objetivando abrigar e orientar empresas nascentes, capacitando-as para sobreviver e crescer no mercado.

 

Fica óbvio que as cidades que atraem bons investimentos, estão preparadas com logística estrutural e qualificação de mão de obra, sendo a economia é beneficiada com impactos positivos, como geração de emprego, melhora na qualidade de vida e produção de novas riquezas. Jundiaí está no caminho certo.
 

A Diretoria


 

PILHAGEM INSTITUCIONALIZADA!

 

Os trabalhadores aposentados são vistos pelos governantes como um pesado fardo, são tratados com desdém, com falta de respeito, depois de uma  vida inteira de trabalho, não tendo nenhum valor toda a contribuição que prestaram ao desenvolvimento do país.  Os recentes episódios envolvendo a reforma da Previdência, a humilhação a que são submetidos por parte do INSS só reforça a certeza de que os aposentados não são considerados cidadãos.

 

Vejamos o tal fator previdenciário, um redutor aplicado sobre a média das contribuições previdenciárias que serve de base de cálculo para as aposentadorias, definido por três variáveis - a idade, o tempo de contribuição e a expectativa de vida do trabalhador na hora de aposentar-se.

A lógica é a seguinte: o valor do benefício passa a ser pago não apenas em razão do que o trabalhador recolheu para a Previdência, mas principalmente pelo tempo que o INSS terá que lhe pagar a aposentadoria. Quanto maior a expectativa de vida, menor será o valor do benefício, ainda que ele tenha contribuído pelo tempo garantido na Constituição.

 

Todo mês de dezembro o IBGE divulga nova tabela de sobrevida. Esta tabela serve para calcular o fator previdenciário que vigorará de dezembro daquele ano a novembro do ano seguinte. Como os dados do IBGE apontam para uma contínua elevação do tempo médio de vida dos brasileiros, o valor inicial das aposentadorias sofre considerável redução a cada ano.

 

Traduzindo em miúdos, o fator previdenciário é uma pilhagem do INSS, legalizada pelo governo, que tem prejudicado milhões de trabalhadores, que trabalharam anos a fio, esperançosos de receber uma aposentadoria digna e ao chegar  “lá” viram que os proventos a receber não seriam suficientes para sustentá-los. Segundo cálculos do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas a pilhagem já somou 10 bilhões.

 

Esta situação humilhante justifica o Projeto de Lei do Senado (PLS) 296/03, do senador Paulo Paim (PT/RS), que extingue o chamado "fator previdenciário" e modifica a forma de cálculo dos benefícios da Previdência Social, que foi aprovada pelo plenário no dia 9 de abril deste ano e seguiu para o exame da Câmara dos Deputados.

 

Entretanto a derrubada do famigerado fator previdenciário na Câmara vai  ser uma luta dura de ser vencida, uma vez que nossos parlamentares não estão nem aí para  fazer cumprir o dever que o governo tem de proporcionar aos cidadãos as medidas públicas adequadas para impedir privações econômicas e sociais que geram constante deterioração na qualidade da subsistência do trabalhador e do aposentado.

 

Concluindo: O fator previdenciário além de ser uma pilhagem institucionalizada é absolutamente IMORAL!

 

A Diretoria


 

CHEGA DE HUMILHAÇÃO!

 

A pressão das empresas para superar metas transforma cada vez mais o local de trabalho em ambiente de "terror psicológico". Com mais consciência de seus direitos, cresce o número de trabalhadores que denunciam serem vítimas de assédio moral.

Situações antes consideradas normais pelos chefes e até mesmo pelos funcionários como gritos, humilhações, constrangimentos, revistas íntimas, se transformam em processos trabalhistas. Só neste ano o Ministério Público do Trabalho abriu 337 investigações (mais do que o dobro das instauradas em 2005) para apurar casos de assédio denunciados em empresas dos setores têxtil, cosmético, farmacêutico, químico, metalúrgico, financeiro e estatal.

 

Ao perceber que está sendo vítima de assédio moral, o funcionário deve primeiramente ter certeza da lisura de suas atitudes e, em seguida, coletar o máximo de fatos e evidências, se possível testemunhas, e levar ao conhecimento da chefia. Caso não haja uma atitude por parte da chefia ou é ela quem ocasiona o assédio, o funcionário deve procurar ajuda junto ao departamento jurídico de seu Sindicato para tomar as providências necessárias, inclusive denunciando o fato ao Ministério do Trabalho.

 

Vale lembrar que o custo humano para quem sofre assédio moral é gigantesco; o funcionário perde de cara a produtividade, depois a auto-estima, e assim por diante. Não se deixe abater pelo medo de perder o emprego, pela vergonha ou pelo sentimento de fracasso.  A legislação e jurisprudência estão regulamentando o controle social, que não suporta mais quaisquer formas de humilhação de qualquer ser vivo, principalmente do homem no trabalho. Denuncie!

 

A Diretoria


 

A DISPUTA PELO VOTO

 

A disputa pelo voto na urna eletrônica começou. Os quatro candidatos à Prefeitura de Jundiaí iniciaram o corpo a corpo com os eleitores no primeiro domingo de julho.

 

O tucano Miguel Haddad visitou vários bairros e garantiu que apostará em reuniões com a comunidade. Com bandeiras do partido, o candidato Pedro Bigardi (PCdoB) esteve com os moradores do Novo Horizonte e afirmou que seu lema é gastar muita sola de sapato. O petista Gerson Sartori participou de dois almoços e conversou com a população sobre os problemas da cidade. O candidato pelo PSOL, Vanderlei Victorino, fez reuniões para ainda concluir as estratégias de campanha.

 

A campanha eleitoral já está em andamento e os trabalhadores EAA, sem dúvida, esperam dos candidatos uma atuação política honesta, uma vez que os problemas que envolvem a economia e trabalho são grandes e muitas soluções dependem das ações de políticos compromissados com as classes trabalhadoras.

 

Assim, lembramos aos nossos companheiros que nosso apoio eleitoral deve chegar aos candidatos que tenham, de fato, compromisso com nossas reivindicações, que a eles poderão ser transmitidas nas visitas que farão em toda nossa base territorial, seja o candidato à prefeitura ou à câmara de vereadores. Devemos nos preparar para sabatinar estes postulantes, prevenindo-nos contra discursos falsos e promessas fáceis.

 

Portanto, é de suma importância o exercício do voto consciente por parte dos trabalhadores EAA, para a defesa de seus interesses e direitos.

 

A Diretoria


SEAAC de Jundiaí e Região - Fale conosco! - (11) 4522-4802