Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

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AO PÉ DA ORELHA

 

 

 

PREVENIR É O MELHOR REMÉDIO

 

Acidente do trabalho para a Previdência Social é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. Há números incríveis e alarmantes sobre a quantidade de acidentes que ocorrem por ano no Brasil, fornecidos pela OIT – Organização Internacional do Trabalho,


Para prevenir a ocorrência de acidentes, a lei prevê a criação da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes dentro das empresas, a fim de possibilitar a fiscalização, pelos trabalhadores, de que a empresa está cumprindo as normas de higiene e segurança do trabalho.


Além dos acidentes tipo quebrar um osso, ou machucar-se em uma máquina, também são considerados acidentes as doenças adquiridas no trabalho, como a lesão por esforço repetitivo, também conhecida como LER. Transtornos neuróticos, do tipo "Neurose Profissional", que acarretem problemas relacionados com o emprego e com o desemprego; mudança de emprego; ameaça de perda de emprego; ritmo de trabalho penoso; desacordo com patrão e colegas de trabalho (como condições difíceis de trabalho), também podem ser encarados como acidente do trabalho.


Ao contratar o empregado a empresa deve responsabilizar-se pela saúde, segurança e bem-estar do mesmo, deve proporciona-lhe um espaço limpo e arejado, instrumentos de proteção, de acordo com a função exercida por cada um, além de submetê-lo a exame médico admissional e conseqüentemente a exames periódicos realizados pelo médico da empresa. Como diz o ditado popular “prevenir é o melhor remédio”.

 

Por parte dos governos também é sempre bom lembrar que é necessário haver uma política mais incisiva para a prevenção de acidentes e doenças provocados pelo trabalho.

       

A Diretoria


 

DESFAÇATEZ POLÍTICA!

 

A desfaçatez de nossos políticos nos deixa envergonhados de ser brasileiros. A recusa em aceitar a denúncia de corrupção passiva da PGR contra o presidente da república, mesmo depois de pesquisa revelar que 8 entre cada dez brasileiros defende a aceitação,  dá bem a medida do enorme toma-lá-dá-cá praticado no Congresso. Na hora de votar, muitos dos parlamentares que venderam seu voto por verbas, cargos e benesses deram como desculpa a crise econômica.

 

Entretanto, a crise econômica, causada em grande parte pela corrupção, precisa mesmo é de combate à corrupção para ser debelada. Nada poderia trazer mais estabilidade a um país tão combalido pelos escândalos, do que a moralização de seus políticos, melhoria dos gastos públicos e estancamento da sangria dos cofres.

 

Assim, foi engavetada uma robusta denúncia contra um presidente absolutamente impopular, rejeitado pelo sociedade e respaldado apenas pelos tubarões do mercado; que pretende continuar o desmonte de todo o sistema protetivo ao trabalhador, a peça que estava entravando o avanço do capitalismo predador que só visa o lucro não importa a que custo.

 

E no meio de toda essa pouca vergonha, ainda assistimos tipos folclóricos como o deputado Wladimir Costa/SD-PA, que tatuou o nome de Temer no ombro, uma vez que o considera o maior estadista do Brasil, posando para as câmeras. Será ele eleito novamente?

 

A Diretoria


 

Violência

 

Graças à impunidade, violência e displicência política, vivemos a era Big Brother, quando tudo e todos são vigiados pela tecnologia.  Os cidadãos estão presos em seus escritórios e casas, os bandidos estão soltos por aí, ou comandando suas facções de dentro dos presídios.

 

Até há pouco tempo atrás, as razões da violência eram a busca por ganho material (comida, dinheiro, carro, jóia etc.) ou a busca pelo poder político corrupto que angaria enormes saldos.

 

Hoje a violência é banal, democrática, funciona como meio de expressão, especialmente de jovens, ocupa muito bem o espaço da falta de valores sólidos e gera nos cidadãos um tremendo medo.

 

A violência determina a forma de viver da sociedade, obrigada a proteger-se por seus próprios meios da falta de ação política de seus governantes e das conseqüências da impunidade reinante.

 

Todas as vezes que ocorrem surtos de violência se discute o problema da segurança, um monte de propostas são feitas e ficam só no papel... na prática nada muda. Nós vivemos de crise em crise e o medo só aumenta, uma vez que matar ou morrer pouco significa! Neste contexto só podemos desejar que cada esquina, cada estabelecimento e cada casa tenha mesmo uma câmera para nos vigiar!

 

A Diretoria


 

Analfabetismo Funcional

 

Em pleno século 21 o Brasil ainda convive com o analfabetismo funcional. Trata-se de um tipo de analfabetismo mais sofisticado que ataca pessoas que, embora tenham freqüentado a escola regularmente, saibam ler, escrever e contar, não conseguem compreender a palavra escrita.

 

Este é um problema que afeta 70% da população economicamente ativa do Brasil, somando no mundo algo entre 800 e 900 milhões de pessoas, afetando muito pessoas com até 4 anos de escolaridade, mas podendo alcançar pessoas de formação superior e exercendo funções-chave em empresas e instituições tanto privadas quanto públicas. É para deixar qualquer um pasmo!

 

Este tipo de analfabetismo deixa as pessoas sem habilidades de leitura compreensiva, escrita e cálculo para fazer frente às necessidades de profissionalização e de vida sócio-cultural, provocando queda na produtividade por falta de aprendizado básico, o que resulta em perdas e danos da ordem de US$ 6 bilhões por ano no mundo inteiro.

 

A solução começa em não ignorar o problema, que é tão grave quanto não saber ler ou assinar o próprio nome e só pode ser contido com o investimento em educação e treinamento para a qualidade. E qualidade é investimento. Não tem custo. O custo da qualidade é a despesa do trabalho errado, mal feito, incompleto, sem profissionalismo, que pode derrubar em um instante a boa imagem de uma empresa ou instituição, em qualquer parte do mundo.

Pense nisso!

 

A Diretoria


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