Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

Informações  e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Jundiaí e Região - SEAAC JUNDIAÍ


Home
Guias
Twitter
Blog
Ao Pe da Orelha
Base/Atendimento
Presidente
Diretoria
Categorias
Circulares CCT
Jurídico
Homologações
Seaac Destaca
Observador
Associe-se Já!
Faça seu Currículo
Convênios
Fale Conosco

 

AO PÉ DA ORELHA

 

 

39 anos de lutas!

 

Dia 20 de outubro é o dia do aniversário de fundação do SEAAC de Jundiaí e Região e temos motivos para comemorar!  O SEAAC, por si só, já é uma grande conquista, pois, foi forjado pela necessidade dos trabalhadores de terem uma representação sólida frente aos patrões e a sociedade.

 

Nossa luta, em todos estes anos, para representar tantos trabalhadores com dignidade e defender a qualidade de trabalho e de vida das categorias que assumimos tem sido constante, embora algumas vezes os avanços sejam lentos.

 

Hoje, representamos 14 categorias profissionais e aprendemos a duras penas a negociar em mesas inflexíveis. Temos nos preparado a cada ano com afinco para alcançar nosso melhor desempenho frente aos patrões. Os resultados se confirmam através de convenções coletivas que melhoram paulatinamente a vida do trabalhador.

 

Temos trabalhado também para fazer de nosso Sindicato uma entidade cidadã, preocupada não somente com os problemas do trabalho, mas também com os problemas sociais que atingem os trabalhadores.

 

Engajados num contexto maior do movimento sindical brasileiro, através da nossa Central Sindical, participamos das grandes manifestações em defesa do emprego, da redução da jornada de trabalho, pelo fim do fator previdenciário, pelo aumento do salário mínimo e das discussões com integrantes dos governos, fortalecendo desse modo a luta dos trabalhadores por uma sociedade mais justa e igualitária.

 

Assim, após 39 anos de existência, temos um sindicato forte e participativo, que sabe como deve ser sua postura política no âmbito das negociações e sabe utilizar os instrumentos de luta no seu devido momento.

Você trabalhador e os membros do sindicato, que se dispõem voluntariamente a lutar pelos interesses da categoria, seja na base, seja na diretoria, seja frente à sociedade, estão de parabéns porque ajudam diariamente a construir esta entidade!

 

A Diretoria


 

UM BRASIL FORTE E AREJADO!

 

Vivemos um momento de perplexidade frente à paralisia política, econômica na qual nossos políticos e empresários mergulharam o Brasil. Os trabalhadores sentem na pele o desemprego, o custo de vida elevado, a falta de crédito, a deterioração dos serviços públicos em todas as áreas, a perda da qualidade de vida etc. O vilão tem nome: corrupção.

 

A corrupção não é novidade, existe desde que as sociedades se organizaram e instalou-se por aqui com os primeiros colonizadores portugueses que chegaram. Basta lembrar do caso de um certo Pero Borges, famoso em Portugal por ter sido encarregado de construir um aqueduto e embolsar toda a verba do empreendimento. Não chegou a assentar uma única pedra. Apenas ficou com o ouro. Por conta desse caso, Pero foi denunciado e preso, mas em uma manobra bastante simples para qualquer burocrata, negociou devolver metade do dinheiro e veio para as novas terras, com um título equivalente ao de ministro da justiça, na caravela do primeiro governador geral, Tomé de Souza.

 

Daí para os dias de hoje, quando a operação Lava Jato enche todos os noticiários diariamente, foi elaborada uma longa lista de improbidades praticadas por aqueles que participam do sistema, em todos os níveis hierárquicos. O que espanta hoje é a sofisticação e o alcançe da maracutaia praticada, que levou o país à uma crise econômica sem precedentes e que, ao ser exposta publicamente, deflagrou a crise política e moral que vivenciamos.

 

Assim, neste momento, o Brasil está desiludido e paralisado por um impasse: não sai da crise econômica sem resolver a crise política. Mas esta situação crítica tem solução, aliás a crise é a oportunidade que o país tem para ser passado a limpo. Parece que tudo parou em função dos inúmeros escândalos, mas na verdade o país esta fazendo um balanço interno e mobilizando a sociedade que exige uma boa faxina. Quando se resolver, vai estar mais centrado, forte e arejado.

 

A Diretoria


 

EDUCAÇÃO: UM TRABALHO LENTO

 

Planeta Terra, ano 2017. Mais de 700 milhões de analfabetos. Gente que não sabe escrever nem ler o próprio nome. Sem falar nos que ficam paralisados diante de um computador. Todos vivem à margem da “Era da Informação”.

 

É neste cenário que a categoria trabalhadora vive. É este cenário que a sociedade precisa mudar, tratando de encontrar os meios para diminuir este número assustador de excluídos, levando o conhecimento a quem nunca teve a oportunidade de adquiri-lo.

 

Trata-se de um trabalho lento e constante que deve ser abraçado por todos aqueles que desejam de fato modificar a sociedade, como a categoria sindical, pois, não há liberdade ou justiça sem educação.

 

Educar é desenvolver habilidades. Educar exige a transformação de conceitos abstratos em atitudes concretas. Discutir a bestialidade dos terroristas é importante, tanto quanto discorrer sobre as amenidades do tempo. Um clima propício à aprendizagem pede um espaço alegre e realista, que não esconda as agruras do mundo, mas possibilite o prazer de estudar. Sem distinções.

 

Ser um agente educador é, sem dúvida, uma das aspirações da categoria sindical, que nos últimos anos tem procurado aplicar do melhor modo possível os recursos disponíveis para este fim empenhando-se em levar aos trabalhadores a oportunidade de adquirir conhecimento e  torna-lo apto a exercer cidadania. A sala de aula é o lugar ideal para ensinar o que é respeito, justiça e democracia; dela sairão indivíduos conscientes, ativos, capazes de transformar o próprio destino e os rumos da sociedade.

 

Nós sindicalistas sabemos que propiciar educação é o melhor modo de ajudar o trabalhador, honrando-o como ser humano. Por isso tudo vamos continuar correndo atrás dessa bola!

 

A Diretoria

 


 

EM FRENTE E ENFRENTE!

 

Estamos vivendo um tempo de crise que nos traz novos desafios, novas negociações. Entretanto, crises também trazem novas oportunidades. Deixar as portas e as janelas abertas é um meio de permitir que novas ideias e novas soluções nos encontrem. Devemos acreditar na capacidade de evoluir e não deixar que as barreiras do limite diminuam nossos objetivos e metas.

 

Por isso é importante neste momento cultivar a perseverança, a compreensão dos fatos e seguir na direção de nossos interesses. Vamos nos unir, lutar e conquistar maior qualidade de vida. Vamos enfrentar os problemas e os resultados vão aparecer porque acreditamos que somos nós que determinamos a possibilidade do impossível acontecer.

 

Se cada indivíduo construir um amanhã ameno e feliz para si, estará ao mesmo tempo construindo um futuro melhor para a humanidade. Portanto, para realizar, vamos planejar, pensar grande e... mesmo fazendo pequeno, um pouco a cada dia e todos os dias um pouco, nós chegaremos onde desejamos porque como pequenas gotas d'água construiremos um grande oceano de justiça social e igualdade que possa banhar todas as pessoas.

 

Vamos em frente!

 

A Diretoria

 


 

PREVENIR É O MELHOR REMÉDIO

 

Acidente do trabalho para a Previdência Social é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. Há números incríveis e alarmantes sobre a quantidade de acidentes que ocorrem por ano no Brasil, fornecidos pela OIT – Organização Internacional do Trabalho,


Para prevenir a ocorrência de acidentes, a lei prevê a criação da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes dentro das empresas, a fim de possibilitar a fiscalização, pelos trabalhadores, de que a empresa está cumprindo as normas de higiene e segurança do trabalho.


Além dos acidentes tipo quebrar um osso, ou machucar-se em uma máquina, também são considerados acidentes as doenças adquiridas no trabalho, como a lesão por esforço repetitivo, também conhecida como LER. Transtornos neuróticos, do tipo "Neurose Profissional", que acarretem problemas relacionados com o emprego e com o desemprego; mudança de emprego; ameaça de perda de emprego; ritmo de trabalho penoso; desacordo com patrão e colegas de trabalho (como condições difíceis de trabalho), também podem ser encarados como acidente do trabalho.


Ao contratar o empregado a empresa deve responsabilizar-se pela saúde, segurança e bem-estar do mesmo, deve proporciona-lhe um espaço limpo e arejado, instrumentos de proteção, de acordo com a função exercida por cada um, além de submetê-lo a exame médico admissional e conseqüentemente a exames periódicos realizados pelo médico da empresa. Como diz o ditado popular “prevenir é o melhor remédio”.

 

Por parte dos governos também é sempre bom lembrar que é necessário haver uma política mais incisiva para a prevenção de acidentes e doenças provocados pelo trabalho.

       

A Diretoria


 

DESFAÇATEZ POLÍTICA!

 

A desfaçatez de nossos políticos nos deixa envergonhados de ser brasileiros. A recusa em aceitar a denúncia de corrupção passiva da PGR contra o presidente da república, mesmo depois de pesquisa revelar que 8 entre cada dez brasileiros defende a aceitação,  dá bem a medida do enorme toma-lá-dá-cá praticado no Congresso. Na hora de votar, muitos dos parlamentares que venderam seu voto por verbas, cargos e benesses deram como desculpa a crise econômica.

 

Entretanto, a crise econômica, causada em grande parte pela corrupção, precisa mesmo é de combate à corrupção para ser debelada. Nada poderia trazer mais estabilidade a um país tão combalido pelos escândalos, do que a moralização de seus políticos, melhoria dos gastos públicos e estancamento da sangria dos cofres.

 

Assim, foi engavetada uma robusta denúncia contra um presidente absolutamente impopular, rejeitado pelo sociedade e respaldado apenas pelos tubarões do mercado; que pretende continuar o desmonte de todo o sistema protetivo ao trabalhador, a peça que estava entravando o avanço do capitalismo predador que só visa o lucro não importa a que custo.

 

E no meio de toda essa pouca vergonha, ainda assistimos tipos folclóricos como o deputado Wladimir Costa/SD-PA, que tatuou o nome de Temer no ombro, uma vez que o considera o maior estadista do Brasil, posando para as câmeras. Será ele eleito novamente?

 

A Diretoria


 

Violência

 

Graças à impunidade, violência e displicência política, vivemos a era Big Brother, quando tudo e todos são vigiados pela tecnologia.  Os cidadãos estão presos em seus escritórios e casas, os bandidos estão soltos por aí, ou comandando suas facções de dentro dos presídios.

 

Até há pouco tempo atrás, as razões da violência eram a busca por ganho material (comida, dinheiro, carro, jóia etc.) ou a busca pelo poder político corrupto que angaria enormes saldos.

 

Hoje a violência é banal, democrática, funciona como meio de expressão, especialmente de jovens, ocupa muito bem o espaço da falta de valores sólidos e gera nos cidadãos um tremendo medo.

 

A violência determina a forma de viver da sociedade, obrigada a proteger-se por seus próprios meios da falta de ação política de seus governantes e das conseqüências da impunidade reinante.

 

Todas as vezes que ocorrem surtos de violência se discute o problema da segurança, um monte de propostas são feitas e ficam só no papel... na prática nada muda. Nós vivemos de crise em crise e o medo só aumenta, uma vez que matar ou morrer pouco significa! Neste contexto só podemos desejar que cada esquina, cada estabelecimento e cada casa tenha mesmo uma câmera para nos vigiar!

 

A Diretoria


 

Analfabetismo Funcional

 

Em pleno século 21 o Brasil ainda convive com o analfabetismo funcional. Trata-se de um tipo de analfabetismo mais sofisticado que ataca pessoas que, embora tenham freqüentado a escola regularmente, saibam ler, escrever e contar, não conseguem compreender a palavra escrita.

 

Este é um problema que afeta 70% da população economicamente ativa do Brasil, somando no mundo algo entre 800 e 900 milhões de pessoas, afetando muito pessoas com até 4 anos de escolaridade, mas podendo alcançar pessoas de formação superior e exercendo funções-chave em empresas e instituições tanto privadas quanto públicas. É para deixar qualquer um pasmo!

 

Este tipo de analfabetismo deixa as pessoas sem habilidades de leitura compreensiva, escrita e cálculo para fazer frente às necessidades de profissionalização e de vida sócio-cultural, provocando queda na produtividade por falta de aprendizado básico, o que resulta em perdas e danos da ordem de US$ 6 bilhões por ano no mundo inteiro.

 

A solução começa em não ignorar o problema, que é tão grave quanto não saber ler ou assinar o próprio nome e só pode ser contido com o investimento em educação e treinamento para a qualidade. E qualidade é investimento. Não tem custo. O custo da qualidade é a despesa do trabalho errado, mal feito, incompleto, sem profissionalismo, que pode derrubar em um instante a boa imagem de uma empresa ou instituição, em qualquer parte do mundo.

Pense nisso!

 

A Diretoria


SEAAC de Jundiaí e Região - Fale conosco! - (11) 4522-4802