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AO PÉ DA ORELHA

 

 

 

 

ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA AO ELEITOR

 

Está aberta a temporada de caça ao eleitor, um verdadeiro vale tudo! Vale beijinhos, abraços, apertos de mãos em feiras livres, no boteco da esquina, no pasteleiro, nas creches, escolas, centros de lazer, campo de futebol, ponto de ônibus, fila do banco, velórios, igrejas, supermercado, festas populares. Vale uma procissão de promessas que jamais serão cumpridas.

 

Em 7 de outubro, 147 milhões de eleitores estarão diante da urna eletrônica para decidir quem comandará o Brasil pelos próximos quatro anos, em uma das eleições mais indefinidas e conturbadas desde a redemocratização. Além de governadores e presidente da República, serão escolhidos os novos deputados estaduais e federais e senadores. A campanha começa oficialmente em 16 de agosto, quando é dada a largada da propaganda eleitoral nas ruas e na internet, a “caça ao eleitor”.

 

Neste ano, a “caça” votará para eleger o presidente da República, governadores de estado e do Distrito Federal, senadores (duas vagas por estado), deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Assim, a partir de agora é você é o foco dos candidatos. Você será abordado, cumprimentado, abraçado e beijado por muitas pessoas que nunca ligaram para você, só querem seu voto para colocar-se ou manter-se nas esferas do poder.

 

Cabe a você deixar-se caçar (e depois amargar mais quatro anos de dor e reclamações por não estar sendo dignamente representado)... ou não. Se não quer continuar a ser manipulado, faça uso de sua memória e consciência, separe o joio do trigo, eliminando da disputa os maus políticos. Mude este jogo e retire de qualquer disputa aqueles que prometem e não cumprem, que já espoliaram, que já estão corrompidos, que não prestam para representar ninguém. Você é o dono de seu destino em sociedade, não o entregue nas erradas.

 

É bom decidir logo porque a caça à VOCÊ está liberada!

 

A Diretoria


 

A QUEM A REFORMA VAI BENEFICIAR DE FATO?

 

Se você colocar no Google “Reforma Trabalhista”, esses são alguns dos títulos de matérias que aparecerão logo de cara.

 

 - Reforma trabalhista foi pensada para tirar direitos dos trabalhadores

 - Reforma Trabalhista aumenta o desemprego e reduz massa salarial

 - Reformas trabalhista e da Previdência são 'combinação explosiva

 - Reforma Trabalhista já afeta a saúde dos trabalhadores

 - Reforma não beneficiou trabalhadores e aumentou desemprego

 - Número de acordos e convenções coletivas cai após reforma trabalhista

 - Mudanças da reforma trabalhista exigem atenção redobrada

 - O desastre da reforma trabalhista

 - Reforma trabalhista é nociva aos trabalhadores

 - A reforma trabalhista e a banalização da mentira

 - Reforma trabalhista modifica as relações no mercado e fragiliza o trabalhador

 - Os impactos iniciais dos primeiros seis meses da reforma trabalhista

 - Seis meses de desemprego e precarização

 

E vai por aí... não é difícil perceber o quanto a reforma está extinguindo os direitos dos trabalhadores, eliminando benefícios conquistados ao longo dos últimos cem anos de luta, provocando um estrangulamento do movimento sindical.  Os contratos estão sendo precarizados, os trabalhadores perdem o livre acesso à Justiça do Trabalho, o caos se instala quando o governo se retira da proteção ao trabalhador e a lógica do mercado muda drasticamente alterada pela nova estrutura do sistema produtivo.

 

No final das contas são muitas variáveis que se resumem a mudar a legislação trabalhista para criar uma condição de flexibilidade máxima para que o capital se reorganize, aumentando o consumo de mercado com segurança jurídica, menor pressão sindical e menor passivo trabalhista. Neste contexto fica então uma simples pergunta: As empresas vão vender para quem se somente elas forem beneficiadas neste processo duvidoso?

A Diretoria


 

NEGOCIAÇÕES 2018

 

As negociações salariais 2018 estão a pleno vapor e sob uma nova perspectiva:  a Reforma Trabalhista. O que jamais muda é o fato de que, sob qualquer hipótese, os patrões mostram sempre insensiblidade neste começo de conversa sobre salário e benefícios.

 

Neste ano, naturalmente, a crise econômica servirá de desculpa para todas as negativas do setor patronal e a reforma para justificar a alteração e o corte de benefícios.

 

Nosso desafio neste momento é fazer o trabalhador juntar-se ao sindicato para juntos enfrentarmos esta difícil negociação, que exigirá atenção redobrada. Mais do que nunca a expressão “a união faz a força” será colocada em prova.

 

Precisamos fortalecer nossa luta nessa campanha salarial, mantendo a unidade de ação contra os impactos da reforma trabalhista nos direitos dos trabalhadores. É hora, portanto, de mostrarmos preparo e habilidade não perdendo de vista pontos importantes na hora de tratar das novas convenções.

 

Vamos lutar por uma negociação justa e não podemos permitir que empresários gananciosos tentem explorar seus empregados para aumentar seus lucros. Assim, a receita para as negociações 2018 é uma só: estar preparado e negociar, negociar, negociar!

 

A Diretoria


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