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AO PÉ DA ORELHA

 

 

 

FALTA EDUCAÇÃO AO PRESIDENTE... PARA DIZER O MÍNIMO!

 

Demonstrando total falta de competência para administrar o país em questões básicas como geração de emprego, reduzido crescimento econômico, retrocesso na educação e desprezo ao meio ambiente, o Presidente Jair Bolsonaro completa o quadro com declarações públicas que envergonham todos os cidadãos brasileiros.

 

A jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de São Paulo, produziu matéria competente sobre o uso indevido do Whatsapp na campanha eleitoral que conduziu o Presidente ao Palácio do Planalto. Irritado, o presidente ataca a profissional em sua honra e dignidade de forma machista, vulgar e inaceitável.

Ao atingir Patrícia o presidente atinge, mais uma vez,  todas as mulheres brasileiras que convivem com duplas ou triplas jornadas de trabalho, com o crescimento inaceitável do feminicídio por causa da impunidade, a redução de direitos trabalhistas e previdenciários, à impunidade presidencial de difamar as mulheres.

 

Para completar o quadro, o filho do presidente, deputado Eduardo Bolsonaro, após ouvir uma nota de repúdio das deputadas no plenário da câmara deu uma “banana” para as mulheres. Muito “educado”, demonstrando claramente que quem sai aos seus, não degenera, como diz o ditado popular. Depois, enquanto a oposição, no plenário, gritava "Fascista!", Eduardo rebatia: "Raspa o suvaco, hein? Senão dá um mau cheiro do caramba, hein?" Está é a família que governa o país, neste momento.

 

Pessoas de bem, dignas, não podem se calar. Faz o momento de erguer a voz para colocar um basta nestes despautérios, sob pena de vermos o trem da democracia descarrilhar, alvo mais que evidente desta família.

 

A Diretoria


 

BRASIL É O 106º COLOCADO NO RANKING DA CORRUPÇÃO!

 

O governo Bolsonaro é um buraco negro do qual nenhuma luz escapa, com direito à uma reprimenda da Transparência Internacional, por intervir nos mecanismos de fiscalização do país. O relatório divulgado em 23 de janeiro revelou que a percepção sobre corrupção no Brasil aumentou ao redor do mundo. Entre um dos fatores apontados pelo levantamento está a ingerência governamental nos órgãos de controle, como substituições em chefias da Polícia Federal e da Receita e a nomeação de um Procurador-Geral da República (Augusto Aras) fora da lista tríplice. Além das instituições anticorrupção, o diagnóstico indica que o Governo Bolsonaro segue a esteira de enfraquecimento dos instrumentos federais em prol da transparência, com acúmulo de episódios recentes de falhas ou divulgação parcial de dados.

 

E os problemas acumulam-se: o governo não explica o tamanho real da fila de espera do programa Bolsa Família, não consegue consertar os estragos feitos pelos problemas no Enem, diz que manda no preço da gasolina que chega a exorbitância, não consegue destrinchar os dados do funcionalismo público, entre muitos outros. E não bastasse as ingerências do governo, também recentes decisões do Supremo Tribunal Federal complicam ainda mais a luta contra a corrupção, como por exemplo a anulação de delações premiadas.

 

Vivemos sob o jugo de um governo autoritário, baseado na cultura do obscurantismo, em que tudo pode ser varrido para baixo do tapete, sem qualquer medo de represálias ou ajuste de contas.

 

Quando dados federais são solicitados ao sistema, o que pode ser feito por qualquer cidadão desde a efetivação da Lei de Acesso à informação em 2012, 79% retornam aos solicitantes com atraso, 36% incompletas e 8% são simplesmente negadas.

 

Não é à toa que o Brasil ocupa o 106ª posição no ranking da corrupção, entre 180 países.

 

A Diretoria

 


 

TRABALHADOR SEM VOZ, NEM VEZ!

 

Em outubro próximo, 153 milhões de eleitores devem comparecer às urnas nos 5.570 municípios brasileiros para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. O pleito municipal serve de termômetro para as eleições gerais, quando disputam o poder político do país, candidatos à presidente da República e vice, governador e vice, senador, deputado estadual e distrital, no caso do Distrito Federal, e federal. Estes, futuramente contarão com os eleitos nos municípios para garantir suas eleições ou reeleições no pleito geral, cuja disputa acontece em 2022.

 

Infelizmente nossa sociedade não participa como deveria dos partidos políticos, origem daqueles que conquistam o poder de dirigir a máquina pública. As legendas tornam-se clubes que abrigam todos os tipos de aspirantes à carreira política e enriquecimento rápido.

 

As eleições, muitas vezes, em pequenas cidades, não se trata de uma escolha popular, mas sim de uma simples definição entre os candidatos, pois, o processo que se inicia nas convenções partidárias (nos chamados partidos de caciques) estabelece quem do grupo vai ser candidato a aí, chega-se na eleição apenas para ratificar entre dois ou três políticos comprometidos com a máfia que comunga da velha teoria: ele rouba, mas faz!

Pois é, o Brasil não está bem e nós também temos nossa cota de participação nisto, pois tratamos o assunto política como alguma coisa chata e contagiosa, que parece só nos fazer mal.... e faz mal mesmo, pois o nosso descaso na hora de votar e na hora de cobrar resultados dos eleitos contribui enormemente para esse caos político social que vivemos hoje.

 

O momento é desafiador. A eleição municipal exige a necessidade de o movimento sindical e o trabalhador participarem efetivamente desse processo, a fim de ampliar força e alianças com outros setores para priorizar candidaturas autenticas e comprometidas com os anseios da sociedade, com propósito de garantir a busca da solução dos problemas urgentes e modificar o “status quo” atual, no qual o trabalhador não tem voz nem vez.

 

A Diretoria


 

TRABALHADORES SÃO PARCEIROS, NÃO INIMIGOS DO GOVERNO

 

Começamos o ano ciente dos desafios que os trabalhadores continuam a enfrentar por conta da administração federal. O movimento sindical continua em alerta vermelho, pois o presidente, que já retirou do trabalhador uma série de direitos duramente conquistados em orquestração perfeita com as grandes empresas, para compensar as perdas de uma crise econômica em grande parte provocada pelo próprio governo desgovernado e gastão, ainda pretende aprofundar mais as reformas.

 

O movimento dos trabalhadores vive atualmente o mais grave ataque já perpetrado por um governo desde a promulgação da Constituição em 1988, feito através das leis da Terceirização, reforma Trabalhista e reforma da Previdência que fizeram ruir o tripé de sustentação do sindicalismo brasileiro, privando o trabalhador de direitos sociais e trabalhistas, custeio da organização sindical e acesso à Justiça do Trabalho, sendo estas apenas as preliminares, pois, muito mais vem pela frente.

 

Assim, é necessária a união e mobilização de todas as categorias profissionais, de todos os aliados políticos, para que possamos enfrentar estas ameaças, abrindo uma porta de diálogo com os poderes estabelecidos, em busca de soluções para o desemprego crescente e adoção de medidas para recuperar a economia, fazendo o país voltar a crescer, sem prejudicar os trabalhadores, pois, são eles o combustível que move este grande motor chamado Brasil.

Parece que nossos políticos não entendem que o trabalhador é um parceiro e não um inimigo a ser subjugado.

 

A Diretoria


SEAAC de Jundiaí e Região