Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

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AO PÉ DA ORELHA

 

 

 

SATISFEITO COM A VIDA?

 

 

O medo do desemprego aumentou e a satisfação com a vida diminuiu entre os brasileiros. É o que revela a pesquisa da Confederação Nacional da Industria (CNI). É o óbvio não? Como pode o brasileiro estar satisfeito quando o índice de medo do desemprego alcança 59,3 pontos? 

 

A frustração com o mercado de trabalho é enorme e reflete o fraco desempenho da economia, sendo pior entre as pessoas com mais de 45 anos de idade e com menor grau de instrução. Isto só faz cair o índice de satisfação com a vida, que se mostra ainda maior entre as pessoas que têm curso superior. 

Este estado de espírito dos brasileiros influencia diretamente no consumo das famílias; pessoas menos satisfeitas com a vida e com medo de perder o emprego tendem a reduzir o consumo, o que aumenta as dificuldades de recuperação da economia, criando um círculo vicioso.

 

Some-se a isso todos os desmandos que estão sendo perpetrados contra do trabalhador, em favor da recuperação do mercado e temos um quadro de forças bem desequilibrado, onde vence quem tem a força de comando na mão.

 

Infelizmente, todos os políticos que neste momento estão legislando contra os trabalhadores foram eleitos e empossados com o aval da população, que pouco esclarecida, sem estudo, sem saúde, sem emprego, sem moradia, sem paciência para suportar tanta corrupção e, brevemente, praticamente sem previdência, lhes deu o seu voto de confiança para fazer mudanças. Estas mudanças que estão ceifando direitos e benefícios dos menos favorecidos.

 

A Diretoria


 

CRIANÇA PRECISA SER CRIANÇA!

 

Com sua fala macia de caipira do interior, nosso presidente mais uma vez demonstra sua ignorância com referência à realidade brasileira, inaceitável em um líder que desconhece por completo a vivência de mais de dois milhões de crianças e adolescentes massacrados pelo trabalho em condições superiores às suas forças físicas e mentais, que provocam traumas psicológicos irreversíveis, além do enfraquecimento dos laços familiares, prejuízo ao desenvolvimento educacional e perda de oportunidades que jamais serão repostas.

 

Ao invés de priorizar a geração de empregos, oportunidades de estudo e trabalho decente, ignora milhões de brasileiros crianças e jovens, desempregados e subutilizados no mercado, desarticulando a malha protetiva trabalhista, precarizando a cada canetada e nova lei o trabalho legalizado, além de manifestar-se com “pérolas verbais” ofensivas á dignidade das crianças e cidadãos, através das redes sociais e eventos que participa.

 

Será que o presidente alguma vez conseguiu imaginar uma criança de 5 ou 6 anos de idade tendo como brinquedo uma pá, um martelo, um pano de lustro,  mãos encardidas e pés descalços? Não, ninguém que não tenha passado por isso consegue.

 

Crianças e jovens ainda estão em processo de formação de valores e caráter. A escola e o lar são os únicos locais em que aprenderão valores nobres. Ao propor trabalho às crianças e aos jovens, o Presidente incentiva a perpetuação da miséria física ou moral para o povo simples do país.

 

Criança precisa ser criança, precisa de escola, lazer e segurança para tornar-se um adulto consciente e produtivo, na verdade uma ameaça para os políticos eleitos pela inconsciência da maioria dos cidadãos produzidos pela nossa sociedade política; portanto melhor deixar como está.

 

A Diretoria


 

FGTS: PRESTE BEM ATENÇÃO ÀS REGRAS!

 

Ao liberar os recursos do FGTS o governo federal está pretendendo dar uma injeção de ânimo na economia brasileira. Entretanto, segundo os economistas isto terá um efeito limitado, com um aumento de renda pontual, que vai responder por demandas do trabalhador, sem refletir um aumento de renda permanente das famílias. É uma medida de curto prazo que não vai melhorar os rumos da economia nacional.

 

Além disso, pode prejudicar o trabalhador desavisado, que não se informa com exatidão sobre as regras do "mimo" oferecido e não está acostumado a prestar a atenção devida aos pormenores da lei, quando visa um alívio imediato para os males do desemprego, da falta de recursos em saúde, da má gestão pública a que é submetido pelos governos, da corrupção que corrói o país e prejudica a vida de todos os cidadãos.

 

Lembrando que o FGTS foi criado como uma proteção financeira ao trabalhador, uma poupança forçada para momentos de necessidade: a aposentadoria - quando o trabalhador pode tirar toda a verba que tem no fundo - e a demissão sem justa causa. Neste caso, o trabalhador recebe o valor que foi depositado por aquele empregador, com os rendimentos e uma multa de 40% sobre esse valor; para compra de imóvel; quando o trabalhador fica afastado do regime do FGTS por três anos consecutivos; além de casos em que o trabalhador ou dependentes forem portadores do vírus HIV, de câncer ou quando estiverem em estágio terminal devido a uma doença grave.

 

Neste momento, correm no Congresso 165 projetos de lei que propõem mudanças nas regras do FGTS, como permissão de resgate para execução de projeto de acessibilidade em imóvel próprio; custeio de despesas com educação e qualificação profissional; pagamento de cirurgias essenciais à saúde; casos de adoção ou nascimento de filho e mãe trabalhadora responsável pelo sustento da família, pagamento de dívidas inscritas em cadastros de inadimplentes; utilização na geração de energia elétrica com base em fontes renováveis; custeio de tratamento para infertilidade; mulher trabalhadora que estiver em situação de violência doméstica, entre outros. Um assunto bem polêmico que ainda vai dar  muito o que falar.

 

A Diretoria

 


 

DE MAL A PIOR!

 

Mais uma ameaça à jornada de trabalho e segurança de diversas categorias tramita no Congresso Nacional. Ao relatar a Medida Provisória 881, da liberdade econômica, o deputado federal do Partido Progressista, Jerônimo Goergen (RS), incluiu artigo que autoriza o trabalho aos domingos e feriados, sem necessidade de permissão prévia do poder público, entre outros itens nocivos ao trabalhador.

 

A MP 881/2019 tramita em caráter de urgência e foi aprovada nesta quinta-feira 11 na Comissão Mista, formada por deputados e senadores. Agora ela será analisada pelo plenário da Câmara e, se aprovada, será votada pelo plenário do Senado. Durante os debates na Comissão, parlamentares criticaram a intenção do texto, que coloca o liberalismo econômico como saída para a crise econômica. A medida provisória faz uma nova reforma trabalhista, retirando mais direitos do trabalhador.

 

O texto da MP 881, nos termos do relatório da Comissão Mista, afronta a Constituição Federal, normas internacionais do trabalho, a dignidade da pessoa humana e o valor social do trabalho. As regras constitucionais estão absolutamente atreladas à dignidade da pessoa humana e qualquer alteração que vise a livre iniciativa deve se dar por causa da garantia dessa dignidade e não da garantia tão e somente da ordem econômica como vem estampado no texto e elimina regras de segurança e saúde no trabalho. A fiscalização do cumprimento da legislação trabalhista e previdenciária também será afetada pelo texto aprovado, pois, as empresas ficam dispensadas de encaminharem cópia da Guia da Previdência Social ao sindicato representativo da categoria profissional mais numerosa entre seus empregados.

 

A medida provisória, que nada tem de desenvolvimento, modernidade e civilidade, é mais uma balela do governo federal, que perde a validade no dia 10 de setembro, caso não seja votada pelas duas Casas do Congresso até essa data. Mais um ponto de luta para o movimento sindical.

 

O Brasil vai de mal a pior!

 

A Diretoria

 


 

EM 12 DE JULHO NOVAS MANIFESTAÇÕES!

 

Após o êxito da Greve Geral de 14 de junho, as centrais sindicais reafirmaram a unidade do movimento para enfrentar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.

 

Em nota a CSB e Centrais se posicionaram contra o relatório substitutivo do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) e anunciaram uma nova jornada de lutas: o Dia Nacional de Mobilização, em 12 de julho, com atos, assembleias e manifestações em todas as cidades e em todos os locais de trabalho.

 

Assim, a prioridade do movimento sindical é intensificar a pressão sobre os deputados federais, visando argumentar e tratar das questões e do conteúdo dessa nefasta reforma, que contém muitos retrocessos, impondo aos trabalhadores uma luta de resistência contra o desmonte da Seguridade Social. 

 

Um verdadeiro “braço de ferro” está acontecendo dentro do campo político, um cenário controverso que exige cada vez mais amplitude, plasticidade e sagacidade, através de diálogos com a base dos parlamentares e fortalecimento dos atos nas rua.

 

Agora, o movimento sindical está alinhando os preparativos para 12 de julho, o Dia Nacional de Mobilização vai ocorrer na mesma data em que a UNE (União Nacional dos Estudantes) fará um grande ato em Brasília, em protesto contra os cortes de verbas na Educação. A manifestação faz parte da programação do 57º Congresso da UNE, previsto entre 10 e 14 de julho, na capital federal.

 

A convocação de manifestações em 12 de julho nos estados e em Brasília serão mais um ponto de vital importância para barrar a reforma da Previdência. Vamos nos mobilizar trabalhadores!

 

A Diretoria


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