Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos no Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias,

Informações  e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Jundiaí e Região - SEAAC JUNDIAÍ


Home
Guias
Twitter
Blog
Ao Pe da Orelha
Base/Atendimento
Presidente
Diretoria
Categorias
Circulares CCT
Jurídico
Homologações
Seaac Destaca
Observador
Associe-se Já!
Faça seu Currículo
Convênios
Fale Conosco

 

AO PÉ DA ORELHA

 

 

 

SURTO DE FEBRE AMARELA

 

O aumento do número de casos de febre amarela no Estado de São Paulo levou a uma corrida aos postos de saúde, com filas enormes e gente dormindo na calçada, esperando para ser vacinado. Não se fala de outra coisa nos grupos de WhatsApp, redes sociais ou dentro dos elevadores: todos querem saber onde tomar a vacina.

 

Como estratégia emergencial, o Governo federal determinou que a população de municípios de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, onde a vacinação contra a febre amarela não era habitual, receberão doses fracionadas (o equivalente a um quinto da dose normal).

 

A estratégia já adotada em países africanos e apoiada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) raciona a quantidade de imunizações existentes no país e, segundo o ministério, dá proteção contra a doença por até oito anos, enquanto a dose habitual dura para toda a vida.

Especialistas disseram que as chances de uma epidemia como essa são muito pequenas, mas não estão descartadas e o país não está preparado, pois sua rede de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), médicos e capacidade de realização de exames já estão saturados.

 

Assim, mais uma vez a população se vê refém da incompetência e mal gerenciamento de seus representantes, que poderiam ter evitado esse surto que estamos vivenciando, através de um mapeamento adequado da doença e o início mais cedo da atual campanha, que ainda vai dar muito o que falar.

 

Em outubro haverá eleições. Fique esperto!

 

A Diretoria

 


 

SALÁRIO MÍNIMO É ACINTE À DIGNIDADE DO TRABALHADOR

 

Conforme decreto assinado pelo excelentíssimo senhor presidente da república o salário mínimo 2018 será de R$ 954. O reajuste, que vale a partir de 1º de janeiro, foi de 1,81% em relação ao valor anterior de R$ 937.

 

O reajuste é R$ 11 menor do que o previsto inicialmente no orçamento de 2018, aprovado no Congresso no valor de R$ 965. No decreto, o governo salienta que o valor diário mínimo pago ao trabalhador brasileiro será de R$ 31,80 e a hora trabalhada ficará cotada em R$ 4,34.

 

O reajuste de 1,81% no valor do salário mínimo para o ano de 2018, de R$ 937 para R$ 954, é o menor desde o Plano Real, ou seja, em 24 anos.  Um acinte em um país que nosso políticos tornaram vergonhoso.

 

Cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo, entre aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal. Com o salário mínimo menor, portanto, o governo economizará nas despesas com o pagamento desses benefícios.

 

Levando-se em conta que o salário suficiente para sustentar uma família de quatro pessoas em novembro de 2017 deveria ser de R$ 3.754,16, isto é um acinte ao trabalhador e aos aposentados, mais uma pouca vergonha dos políticos que depois de eleitos entregam os eleitores ao “Deus dará”.

 

SÓ PARA LEMBRAR, ESTE É UM ANO DE ELEIÇÕES!

 

A Diretoria


SEAAC de Jundiaí e Região - Fale conosco! - (11) 4522-4802